“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Fernando Corica e o Sibenik acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sibenik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sibenik sobre quem trabalha
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sibenik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 8 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hernán Luna está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Diego Sekulić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Rok Frešer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hernán Luna está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Renato Maceió e o Sibenik acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Sibenik ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Em resumo
MercadoO mercado fechou e Steve Lawson continua cá
MercadoBenjamin Brown colocado na lista de transferências
Niko Datković lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alessandro Berardi e o Sibenik acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Rok Frešer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alessandro Berardi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sibenik foi explícito quanto à situação de Sufianu Sillah Dibaga, o que é mais do que muitos recebem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sibenik, e não vai ser retirado.
Alessandro Berardi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hernán Luna está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Sibenik está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sibenik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/06/2030
Uma transferência que Faisal Obaid teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Faisal Obaid está a viver essa versão no Sibenik, e costuma notar-se no primeiro mês.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.