Não se vê o fim da espera do Birkirkara por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Birkirkara tem de arrancar um resultado de algum lado.
Franklin Sasere esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
33 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel12/11/2035
Palavras no treino do Birkirkara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alessandro Coppola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
Notas dos jogadoresCarlo Micallef encarou-os todo o jogo
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Birkirkara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas13/08/2035
A raiva no Birkirkara transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Birkirkara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Birkirkara está a esgotar-se.
A proposta do Zabbar St. Patrick por Mikhail Nedospasov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Franklin Sasere esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Birkirkara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Birkirkara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Luis Mario Córdova esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente deixou de fingir: o Marsaxlokk vai fazer a chamada por Mark Barbara esta semana. O Birkirkara tem um número em mente, e o número não é tímido.