Adrian Cachia

Lateral Esquerdo - Hibernians U20
8 Fev 2029
Quinta-feira
Processo

Marcado para Adrian Cachia

74 Edição

A Gazeta de Hibernians

27/12/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Adrian Cachia guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hibernians pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Ryder Matos carrega o Hibernians

15 golos e uma média de 7.27 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Plantel

Um desentendimento no Hibernians

Mailson Lima e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

O golo de Ryder Matos não chega para o Hibernians

Ryder Matos marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o Mosta, e um caminho silencioso até ao balneário.

Notas dos jogadores

Mailson Lima estava imparável

Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

Matteo Cardinali ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

O número 50 de Ryder Matos

50 golos por este clube, e algures na bancada há alguém capaz de dizer onde estava em quase todos eles.

O banco

Pierre Dimech enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Pierre Dimech depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Plantel

Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dexter Xuereb está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

Edições anteriores
66 Edição

A Gazeta de Hibernians

01/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Não se vê o fim da espera do Hibernians por uma vitória

Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hibernians tem de arrancar um resultado de algum lado.

Mercado

Matthias Debono entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hibernians podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Charleston em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Floriana leva os pontos ao Hibernians

Derrota por 1‑3, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Pierre Dimech saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Plantel

Um passo atrás para Bjorn Kristensen no Hibernians

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

O banco

O treinador faz de Matthias Debono um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

A braçadeira sai do braço de Mailson Lima

Hibernians vão explicá-lo como uma decisão de equipa, e talvez seja. Um balneário nunca leu isso assim, nem uma vez.

O banco

Mouad El Fanis bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mouad El Fanis treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

64 Edição

A Gazeta de Hibernians

18/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Silas Alfred

Dribles concretizados: 30. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

6 defesas: Zsombor Senkó foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Hibernians por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hibernians tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Troca de palavras no Hibernians

Charleston e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Hibernians fica aquém diante do Sliema Wanderers

O Sliema Wanderers levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Pierre Dimech saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Plantel

Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dexter Xuereb está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Dexter Xuereb um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Ryder Matos deixa-as todas atrás

Remates: 11. Golos: nenhum. As ocasiões existiram e eram boas: a bancada, os braços do guarda-redes e a rede lateral, mais ou menos por essa ordem.

Em resumo

41 Edição

A Gazeta de Hibernians

10/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

54 dias de fora para Ryder Matos depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hibernians vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Plantel

Troca de palavras no Hibernians

Mailson Lima e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Não há esconderijo para Miullen

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miullen, e o treinador deixou.

O banco

Charleston tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Hibernians dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Bjorn Kristensen pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O treinador crava a sua bandeira em Ryder Matos

“Julguem-me por ele.” Um treinador não diz isto por acidente — passa a pressão dos ombros de Ryder Matos para os seus, e ambos o sabem.

Em resumo

38 Edição

A Gazeta de Hibernians

19/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Ryder Matos parte um osso — 75 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Jamie Wähling está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hibernians ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Um desentendimento no Hibernians

Charleston e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

O treinador faz de Mouad El Fanis um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Jamie Wähling tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Hibernians dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

O treinador faz uma promessa a Zsombor Senkó

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Hibernians. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo