Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Leonardo Graziani marcou ao minuto 89, o Giugliano já pensava na viagem de regresso, e o Cavese levou tudo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matt Johnson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cavese as despedidas começaram em silêncio.
Leonardo Graziani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.14, e nem uma objeção no estádio.
Notas dos jogadores25/11/2030
Leonardo Ubaldi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.01. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel25/11/2030
James Hughes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ciro Gargiulo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Domenico Lamberti está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dzmitry Klimovich tem a sua resposta do Cavese; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cavese, e não vai ser retirado.
O Cavese perguntou e o AS Roma disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Rufus Barnes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cavese, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Taha Zidouh apontou a data.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Cavese admitiria. Nota-se aos sábados.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cavese coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dagur Dan Kristinsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco30/04/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Elia Baraldi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Aos 17 anos, há meses que nada mexe. Não para trás, o que ao menos daria uma conversa — simplesmente para lado nenhum, e alguém no clube tem de decidir de quem é a culpa.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Elios Minaj pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Renato Marchetti lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo21/04/2029
Não se vê o fim da espera do Cavese por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cavese tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Leonardo Graziani produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Leonardo Graziani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Leonardo Graziani tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Renato Marchetti lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo14/04/2029
Não se vê o fim da espera do Cavese por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cavese tem de arrancar um resultado de algum lado.
Leonardo Graziani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dagur Dan Kristinsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco16/04/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Elia Baraldi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cavese sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cavese perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo07/04/2029
Não se vê o fim da espera do Cavese por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cavese tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cavese ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Cavese ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Notas dos jogadores09/04/2029
Leonardo Ubaldi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.01. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cavese perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cavese, e não vai ser retirado.
Diego Arce e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Emprestados02/04/2029
Os golos continuam a chegar do exílio de Elios Minaj
6 golos em 32 jogos no Sorrento — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Cavese alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cavese, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A próxima visita é de uma equipa no 12.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Um programa só dele, à parte do grupo, apontado à única coisa que a equipa técnica acha que o está a travar. A maior parte da evolução acontece assim, e nada disso vem no jornal.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cavese perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Diego Arce e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matt Johnson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gabriel Kulla está nela.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cavese perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Francesco Manzo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/03/2029
Matt Johnson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Renato Marchetti lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cavese, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cavese ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leonardo Graziani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 91. O Trapani tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cavese perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cavese, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cavese coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Giugliano? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Plantel26/02/2029
Renato Marchetti lesiona os ligamentos do joelho — 74 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 74 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Leonardo Graziani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco26/02/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Elia Baraldi a uma sala que já as tinha ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matt Johnson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Renato Marchetti lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Sorrento vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Cavese foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Giuseppe Fella produziu-o, e o 9.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cavese coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Elia Baraldi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cavese perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cavese ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Leonardo Graziani tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Leonardo Graziani. 2‑0 sobre o Picerno, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Renato Marchetti lesiona os ligamentos do joelho — 97 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Altamura foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Notas dos jogadores05/02/2029
Leonardo Ubaldi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.47. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Francesco Orlando no seu melhor
Renato Marchetti lesiona os ligamentos do joelho — 105 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Sampdoria à espera com uma camisola. No Cavese ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cavese fez a parte difícil com o Hellas Verona, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Frosinone ninguém diz, e no Cavese ninguém gosta de estar a adivinhar.
Plantel29/01/2029
Uma transferência que Marcel Meyer teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Marcel Meyer está a viver essa versão no Cavese, e costuma notar-se no primeiro mês.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Filipe Bordon fica onde está