24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Viimsi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O negócio que levaria Ott Oskar Valdaru para o Elva caiu na fase final e ele reapresenta-se no Viimsi com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Moses Fofana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Nikita Dubrovskiy acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Viimsi substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Jälle está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Viimsi ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os reforços chegam com uma imagem do clube na cabeça, e a deste era maior do que o edifício. Vai jogar bem e vai-se embora, por essa ordem, e toda a gente o sabe.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Rafael Luts
O bancoMoses Fofana pede uma conversa com o treinador
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 12 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Viimsi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Viimsi fez a parte difícil com o Kuressaare, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tristan Egert Epro, e o treinador deixou.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Viimsi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Viimsi perguntou e o Flora disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel05/02/2029
Daniil Rudenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Viimsi sabem-no.
Tem 18 anos e ninguém em Viimsi o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Direção05/02/2029
Em Viimsi não entra ninguém enquanto não sair alguém
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Viimsi neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.