107 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Newport County perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 17 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Maksym Radchenko agarrou este contra o Stoke City. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Newport County.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Maksym Radchenko produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Luke Faxon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Newport County perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jacob Watson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Ninguém proibiu o clube de gastar; simplesmente não tem nada para gastar que não tenha primeiro arrecadado. Cada nome que entra vem com outro agarrado à saída.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Matthew Baker assinar alguma coisa — um contrato no Newport County ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Newport County está a esgotar-se.
Jacob Watson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Erik Grandelius, e o treinador deixou.
Aos 22 anos, há meses que nada mexe. Não para trás, o que ao menos daria uma conversa — simplesmente para lado nenhum, e alguém no clube tem de decidir de quem é a culpa.
Uma sondagem ao Middlesbrough para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Newport County sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Exeter City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Exeter City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Stevenage à espera com uma camisola. No Exeter City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Notts County por Daniel Hill foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Finn Ashworth esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção22/08/2033
14 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Exeter City
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Exeter City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Exeter City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jason Mignolet pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Exeter City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Exeter City perguntou e o Ajax disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Exeter City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Exeter City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Harrogate Town tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Exeter City podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Spezia fica com o seu homem, e o Exeter City volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Exeter City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Exeter City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Exeter City, e não vai ser retirado.
Finn Ashworth esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hull City fica com o seu homem, e o Exeter City volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel01/08/2033
Miloš Vulić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Exeter City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel25/07/2033
Daniel Hill lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Direção25/07/2033
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Exeter City
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Exeter City, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Exeter City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. José Caicedo quer futebol continental; se o Exeter City o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Exeter City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Exeter City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Exeter City, e não vai ser retirado.
O Exeter City perguntou e o Manchester United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Josh Hamilton e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel18/07/2033
9 caras novas e o Exeter City ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Exeter City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
66 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Exeter City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Exeter City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Ed Turns esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Exeter City já telefonou ao Manchester United. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Ilyas Ansah está em marcha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 107 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
73 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Exeter City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Exeter City já se começa a dizer o nome dele no passado.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Nathan Pearson treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Hull City ninguém diz, e no Exeter City ninguém gosta de estar a adivinhar.
Finn Ashworth esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester United fica com o seu homem, e o Exeter City volta a uma lista com um nome riscado.
80 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Exeter City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Exeter City, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Exeter City já se começa a dizer o nome dele no passado.
Direção27/06/2033
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Exeter City
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gatlin O'Donkor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Exeter City as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Exeter City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
87 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Exeter City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alvos de mercado20/06/2033
Verba fechada, faltam as condições de Oliwier Zych
O Exeter City e o Sunderland acertaram em $5.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Exeter City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não há pior forma de perder um futebolista. Finley Woodham pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O Wycombe Wanderers pagou $1.3M e o Exeter City aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Exeter City ofereceu $520.0K; o Barrow AFC disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Finn Ashworth e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/06/2033
Palavras no treino do Exeter City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ousmane Diakité está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
94 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Exeter City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Exeter City já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Exeter City ofereceu $780.0K; o Portsmouth disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Finn Ashworth e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/06/2033
Palavras no treino do Exeter City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ousmane Diakité está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente deixou de fingir: o Walsall vai fazer a chamada por Finley Woodham esta semana. O Exeter City tem um número em mente, e o número não é tímido.
101 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Exeter City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Exeter City, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Umar Sankoh agiu, no Exeter City, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A proposta seguiu esta semana para o Portsmouth, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$460.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Leyton Orient pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Finn Ashworth esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Exeter City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Exeter City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ousmane Diakité estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santiago Arias, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Exeter City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ed Turns assinar alguma coisa — um contrato no Exeter City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Exeter City foi explícito quanto à situação de Daniel Hill, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
O bancoCole Dexter tornou-se um homem de confiança do treinador