Álvaro García e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/05/2027
Florian Lejeune desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jorge De Frutos assinar alguma coisa — um contrato no Rayo Vallecano ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Miguel Morro apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Randy Nteka treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
16 dias de fora para Isi Palazón depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Rayo Vallecano vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rayo Vallecano, e não vai ser retirado.
Alemão esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Rayo Vallecano sabe dizer em que semana.
Plantel03/05/2027
Florian Lejeune desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marash Kumbulla, e o treinador deixou.
33 dias de fora para Isi Palazón depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Rayo Vallecano vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Álvaro García esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Víctor Moreno quer futebol continental; se o Rayo Vallecano o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marash Kumbulla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Sevilla levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco19/04/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Fernando Ríos saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
47 dias de fora para Isi Palazón depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Rayo Vallecano vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rayo Vallecano podem fingir não ter ouvido.
Álvaro García e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Florian Lejeune estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
94 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rayo Vallecano perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kashiwa Reysol fica com o seu homem, e o Rayo Vallecano volta a uma lista com um nome riscado.
Florian Lejeune esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oriol Rosell estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Luiz Felipe lesiona os ligamentos do joelho — 103 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 103 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O PSV fica com o seu homem, e o Rayo Vallecano volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rayo Vallecano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do Rayo Vallecano sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Óscar Valentín está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Rayo Vallecano vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Oriol Rosell tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jorge De Frutos assinar alguma coisa — um contrato no Rayo Vallecano ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
As bancadasOs holofotes estão em cima de Oriol Rosell