0‑5 para o Atlético Madrid, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Osasuna lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Osasuna, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Osasuna fez a parte difícil com o Celta, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Osasuna perguntou e o Tenerife disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kike Barja estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
O Osasuna perguntou e o Almería disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel03/01/2028
Kike Barja desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Osasuna foi explícito quanto à situação de Valentin Rosier, o que é mais do que muitos recebem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Raúl García produziu-o, e o 8.47 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Osasuna a ouviu como outra coisa.
8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Rayo Vallecano foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Osasuna, e 0 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Osasuna disse a Heorhii Sudakov que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Raúl García marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o Villarreal, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel08/11/2027
Kike Barja desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aimar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Aarón Quiros quer futebol continental; se o Osasuna o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Osasuna e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 13 no Las Palmas dizem o resto.
Plantel11/10/2027
Kike Barja desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Osasuna sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Germán Parreño: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Osasuna a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
A proposta do Mallorca por Raúl García foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Osasuna ofereceu $3.0M; o Alverca disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Osasuna lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
A proposta do Arenteiro por Iker Muñoz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aimar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Osasuna perguntou e o Clermont Foot disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O nome de Carlos Lumbreras apareceu em conversas de que o Osasuna não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel16/08/2027
Kike Barja desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Osasuna daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Las Palmas segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O fenómeno mais antigo do desporto: uma voz nova no balneário e de repente toda a gente está disponível para tudo. Flavien-Enzo Boyomo treina como se a última ficha de jogo nunca tivesse existido, porque para ele não existe.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Osasuna
A perseguição a Álvaro Tejero terminou com $5.3M a mudar de mãos e o Leganés sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Las Palmas perguntou e o Getafe disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta seguiu esta semana para o Celta, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
João Cancelo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
18 jogos, 0 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Las Palmas já não é se joga, mas quem desloca.
Plantel05/07/2027
Palavras no treino do Las Palmas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicholas Opoku está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.