Edgar Simonyan

Lateral Esquerdo - Sardarapat
16 Set 2029
Domingo
Processo

Marcado para Edgar Simonyan

134 Edição

A Sentinela de Sardarapat

19/02/2029
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O escrutínio aperta no Sardarapat

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Sardarapat está a esgotar-se.

Mercado

Ciro Gargiulo entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sardarapat podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Gagik Hovhanesyan em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sardarapat coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Sardarapat sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bartłomiej Poczobut está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Sardarapat leva uma nega por Aram Simonyan

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pyunik fica com o seu homem, e o Sardarapat volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

Mikayel Khudaverdyan é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mikayel Khudaverdyan está nela.

O banco

Ara Jolakyan bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sardarapat, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

O treinador faz de Edgar Simonyan um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A história de Mikayel Khudaverdyan recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mikayel Khudaverdyan assinar alguma coisa — um contrato no Sardarapat ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo