As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 96 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑0 frente ao Aris Thessaloniki, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
O Cambuur vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O AZ foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Patati esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Bendegúz Kovács não precisou: 7.73, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do AZ daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no PSV segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Calvin Stengs quer futebol continental; se o AZ o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Patati esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Ro-Zangelo Daal, e desta vez do outro lado está o Excelsior. No AZ ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel12/07/2027
Kees Smit desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kees Smit, e o treinador deixou.