“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
3.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
O BKMA-2 vai querer esquecer isto depressa: 7‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ararat-Armenia-2 foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ararat-Armenia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vitória por 8‑0 sobre o Mika, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alioune Ndour produziu-o, e o 9.03 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Juan Balanta produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gandzasar fica com o seu homem, e o Ararat-Armenia volta a uma lista com um nome riscado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Ararat-Armenia e o Mika, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.