Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Plymouth Argyle já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Plymouth Argyle, e não vai ser retirado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Xavier Amaechi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Plymouth Argyle perguntou e o Chelsea disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de George Miller, e desta vez do outro lado está o Exeter City. No Plymouth Argyle ouvem com educação e não prometem nada.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Seve Patrick, e o treinador deixou.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Benjamin White está em marcha
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Plymouth Argyle perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Arsenal à espera com uma camisola. No Plymouth Argyle ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel08/07/2030
117 dias de fora para Beck-Ray Enoru depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Plymouth Argyle vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Southampton por Malachi Boateng foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Plymouth Argyle, e não vai ser retirado.
O Plymouth Argyle perguntou e o Ipswich Town disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Romain Faivre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iké Ugbo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Plymouth Argyle perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Plymouth Argyle ofereceu $12.4M; o Everton disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Plymouth Argyle podem fingir não ter ouvido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Plymouth Argyle a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Plymouth Argyle coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Peter Bennett lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 52 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Verba acordada, salário acordado, e o Stevenage à espera com uma camisola. No Plymouth Argyle ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Plymouth Argyle foi ao Everton com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Plymouth Argyle perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Plymouth Argyle e o Sunderland acertaram em $2.6M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A perseguição a Iké Ugbo terminou com $1.6M a mudar de mãos e o Bournemouth sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A proposta do Crawley Town por Sonny Aljofree foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Peter Bennett lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Everton aceitou o dinheiro. O que o Plymouth Argyle ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
23 golos e uma média de 7.44 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A proposta seguiu esta semana para o Middlesbrough, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Alejo Fontanilla acabou de assinar pelo Plymouth Argyle e, por uma vez, a resposta importava.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Plymouth Argyle perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Plymouth Argyle pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Plymouth Argyle, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Plymouth Argyle coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Plymouth Argyle perguntou e o Bayer Leverkusen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Plymouth Argyle foi explícito quanto à situação de Max Dyche, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Sam Waller está em marcha
58 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Plymouth Argyle perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Plymouth Argyle podem fingir não ter ouvido.
Romain Faivre e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/05/2030
Malachi Boateng desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Plymouth Argyle ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Daniel Cunningham depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
Notas dos jogadoresRomain Faivre passa por eles um de cada vez
65 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Plymouth Argyle perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Plymouth Argyle podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 89. O Wycombe Wanderers tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Plymouth Argyle perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Romain Faivre produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kornel Miściur será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Plymouth Argyle as despedidas começaram em silêncio.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.90 para o resto.
Martin Ponsot esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Plymouth Argyle perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 à frente e em controlo total, e acabou com o Bolton Wanderers como a equipa mais feliz. Não há versão desta tarde que o Plymouth Argyle goste de rever.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Plymouth Argyle ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Plymouth Argyle pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo04/05/2030
Não se vê o fim da espera do Plymouth Argyle por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Plymouth Argyle tem de arrancar um resultado de algum lado.
Uma média de 7.36 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Plymouth Argyle coisas que levam mais de uma semana a retirar.