Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 12 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.43 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Airidas Golambeckis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/09/2038
Jaden Heskey desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Daniel Bell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaden Heskey está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Krzysztof Szymanski tem 19 anos, e o Queens Park Rangers contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Queens Park Rangers sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Karim Zedadka
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/08/2038
Jaden Heskey desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.57 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaden Heskey está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
8 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A formação existe exatamente para esta manhã. Joseph Smith passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Queens Park Rangers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Daniel Bell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Queens Park Rangers sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Bell, e o treinador deixou.
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Queens Park Rangers sabem-no.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel12/07/2038
Uma transferência que Jack Young teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jack Young está a viver essa versão no Queens Park Rangers, e costuma notar-se no primeiro mês.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Daniel Bell não desaparece
Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.
Plantel28/06/2038
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Yaroslav Melnikov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kevin Pellistri assinar alguma coisa — um contrato no Queens Park Rangers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Queens Park Rangers já falam dele no passado.
Plantel14/06/2038
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Stefan Despotovski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Queens Park Rangers já sabem disso.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Queens Park Rangers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Daniel Bell e o Queens Park Rangers acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel07/06/2038
Uma transferência que Birger Normann teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Birger Normann está a viver essa versão no Queens Park Rangers, e costuma notar-se no primeiro mês.
Tem 20 anos e ninguém em Queens Park Rangers o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ronnie Edwards assinar alguma coisa — um contrato no Queens Park Rangers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Plantel31/05/2038
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Airidas Golambeckis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Queens Park Rangers nada responderam, o que também é uma resposta.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Queens Park Rangers já falam dele no passado.
Plantel17/05/2038
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sebastian Larsen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.47 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.37 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
15 golos e uma média de 7.72 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.32 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Federico Ruiz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Airidas Golambeckis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Queens Park Rangers e o Preston, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
18 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Queens Park Rangers e do Reading por igual; os restantes divertiram-se imenso.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Plantel05/04/2038
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sebastian Larsen e o Queens Park Rangers acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sunderland levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel05/04/2038
David Scott sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Uma média de 7.70 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Notas dos jogadores29/03/2038
Richard Koné, 34 anos, faz recuar o relógio — 9.04
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.04 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um 3‑2 sobre o Milton Keynes Dons, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Queens Park Rangers lida com um homem que quer outro país.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Interim Coach a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.30 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Interim Coach recitou-a na perfeição.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Uma média de 7.68 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ilias Chair e o Queens Park Rangers acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
PlantelRichard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.51 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
15 golos e uma média de 7.29 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaden Heskey está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores01/03/2038
Jaden Heskey jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.31. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.81 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Queens Park Rangers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Rumarn Burrell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ronnie Edwards assinar alguma coisa — um contrato no Queens Park Rangers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.41 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
11 golos e uma média de 7.62 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Federico Ruiz acertou condições com o Huddersfield Town para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Plantel25/01/2038
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Kristian Bilovar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jaden Heskey. 2‑1 sobre o West Ham United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores25/01/2038
Jaden Heskey jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.88. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ilias Chair esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/01/2038
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um 3‑1 sobre o Bolton Wanderers, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
13 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
2 golos em vinte minutos com Ronnie Edwards no meio de tudo, e o Bolton Wanderers sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Queens Park Rangers está a esgotar-se.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.30 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série chega a 4 e as perguntas em torno do Queens Park Rangers já não são delicadas.
Plantel28/12/2037
Jaden Heskey desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores28/12/2037
Jaden Heskey jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.64. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Jaden Heskey pôs o Queens Park Rangers de novo em igualdade em 4 minutos, e o Fulham nunca chegou a jogar com vantagem.
Houve 8 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Notas dos jogadores21/12/2037
Richard Koné, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.28
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.28 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Queens Park Rangers nada responderam, o que também é uma resposta.
Uma média de 7.57 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ronnie Edwards assinar alguma coisa — um contrato no Queens Park Rangers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.03 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
9 golos e uma média de 7.52 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
31 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Aos 40 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.53 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/11/2037
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Richard Koné
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Notas dos jogadores23/11/2037
Richard Koné, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.56
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.56 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ronnie Edwards assinar alguma coisa — um contrato no Queens Park Rangers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel16/11/2037
Ceyhun Bağırzadə lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.04 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Queens Park Rangers nada responderam, o que também é uma resposta.
22 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel09/11/2037
Ceyhun Bağırzadə lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
3‑4 frente ao Liverpool, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Notas dos jogadores09/11/2037
Richard Koné, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.44
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.44 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Rumarn Burrell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Queens Park Rangers e do Liverpool por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
Notas dos jogadoresJaden Heskey jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Plantel02/11/2037
Ceyhun Bağırzadə lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao Bristol City, e podiam ter sido mais.
Notas dos jogadores02/11/2037
Richard Koné, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.99
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.99 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
27 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queens Park Rangers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Notas dos jogadores19/10/2037
Richard Koné, 34 anos, faz recuar o relógio — 9.32
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.32 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Queens Park Rangers e do Huddersfield Town por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
56 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queens Park Rangers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Queens Park Rangers e o Middlesbrough, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.03 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Plantel17/08/2037
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
13 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Daniel Bell tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Harry Johnson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Reading continuou a vir porque nada o travou, e ao Queens Park Rangers vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Uma média de 7.79 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.95 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.34 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Queens Park Rangers e do Everton por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.22 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 39 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.50 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Queens Park Rangers nada responderam, o que também é uma resposta.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ilias Chair esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Queens Park Rangers e o Blackburn Rovers, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Queens Park Rangers tem de arrancar um resultado de algum lado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.76 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Queens Park Rangers sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresRumarn Burrell encarou-os todo o jogo
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Sebastian Larsen não será o apontado, mas ninguém no Queens Park Rangers escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Queens Park Rangers tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.67 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel12/01/2037
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A série chega a 5 e as perguntas em torno do Queens Park Rangers já não são delicadas.
Plantel29/12/2036
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Stefan Despotovski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Houve 8 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Notas dos jogadores22/12/2036
Richard Koné, 33 anos, faz recuar o relógio — 9.13
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.13 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.64 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Queens Park Rangers e o Derby County, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
17.º lugar, 15 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Notas dos jogadores15/12/2036
Richard Koné, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.68
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.68 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Queens Park Rangers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Queens Park Rangers e o Fulham, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Observei este plantel. Há nele mais do que a tabela diz.” Primeira conferência de imprensa, primeira promessa — o treinador fez a que todos os treinadores novos fazem, e agora vem a parte em que ela é verificada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Queens Park Rangers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ronnie Edwards e o Queens Park Rangers acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 90 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.12 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.56 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Jaden Heskey esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores24/11/2036
Jaden Heskey jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ilias Chair. 2‑1 sobre o Preston, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Queens Park Rangers sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Rumarn Burrell
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 97 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 6‑2 frente ao Reading, e podiam ter sido mais.
Notas dos jogadores17/11/2036
Richard Koné, 33 anos, faz recuar o relógio — 10.00
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 10.00 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Plantel17/11/2036
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Queens Park Rangers e o Reading, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Daniel Bell tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresJaden Heskey jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 104 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
2‑4 frente ao Arsenal, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Notas dos jogadores10/11/2036
James Turner não podia pedir mais na estreia — 7.12
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.12, 1 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.36 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Koné está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Queens Park Rangers sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Ilias Chair
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 17 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.79 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.
Nota 10.00 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel20/10/2036
Richard Koné desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Queens Park Rangers e do Charlton Athletic por igual; os restantes divertiram-se imenso.