Alan Khachirov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel03/05/2027
David Sarbashev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Spartak Nalchik, e 3 jogos em 37 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Soslan Lysenko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Nalchik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Spartak Nalchik pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Nalchik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alan Khachirov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/03/2027
Timofey Laptev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Islam Tlupov assinar alguma coisa — um contrato no Spartak Nalchik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Islam Tlupov e o Spartak Nalchik acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Nalchik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Spartak Nalchik ficou sem tempo com o Salyut. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Vejo todos os jogos do Spartak Nalchik daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Khimik segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Timofey Laptev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Spartak Nalchik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Verba acordada, salário acordado, e o Tver à espera com uma camisola. No Spartak Nalchik ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Spartak Nalchik pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Konstantin Kotov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Nalchik as despedidas começaram em silêncio.
Alan Khachirov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Spartak Nalchik vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Veles pode já não estar a vender.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Sarbashev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Islam Tlupov assinar alguma coisa — um contrato no Spartak Nalchik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A proposta do Tver por Aslanbek Kumykov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alan Khachirov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Spartak Nalchik perguntou e o Spartak Tambov disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Timofey Laptev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alan Khachirov assinar alguma coisa — um contrato no Spartak Nalchik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Spartak Nalchik ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Nalchik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Nalchik perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Nalchik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Sarbashev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Spartak Nalchik daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Khimik segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O Spartak Nalchik já telefonou ao Volgar. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khusey Karkaev, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e David Sarbashev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Spartak Nalchik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Nalchik, e não vai ser retirado.
Alan Khachirov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Plantel25/01/2027
Timofey Laptev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Spartak Nalchik disse a Zamir Knyazev que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco25/01/2027
David Sarbashev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Nalchik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Islam Pekov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Spartak Nalchik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Aslanbek Kumykov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Em resumo
MercadoMais um bloco de notas apontado a Islam Tlupov
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Nalchik, e não vai ser retirado.
Alan Khachirov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Sarbashev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alan Khachirov assinar alguma coisa — um contrato no Spartak Nalchik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Spartak Nalchik fez saber ao mercado que Renat Balkizov está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Spartak Nalchik gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Nalchik podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores11/01/2027
Timofey Laptev, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.88
Um 7.88 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Renat Balkizov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alan Khachirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Spartak Nalchik e lutar pelo meu lugar.» 3 jogos em 21 no Khimik dizem o resto.
O banco11/01/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Leonid Yermolov a uma sala que já as tinha ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Nalchik podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Spartak Nalchik pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Spartak Nalchik e do Sochi 2 por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Nalchik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Spartak Nalchik, e 3 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Em resumo
Notas dos jogadoresAmur Khatsukov encarou-os todo o jogo
O bancoA vista do banco
PlantelPalavras no treino do Spartak Nalchik sobre quem trabalha
Alan Khachirov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Leonid Yermolov sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Plantel23/11/2026
Timofey Laptev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Cherkesov está nela.
0‑4 para o Dinamo Stavropol, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Nalchik podem fingir não ter ouvido.
Alan Khachirov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A formação existe exatamente para esta manhã. Vlad Medvedev passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Vadim Burov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco12/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑4, ditas por Leonid Yermolov a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel12/10/2026
Timofey Laptev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Nalchik, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Nalchik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 3‑1 sobre o Dinamo Makhachkala 2, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Spartak Nalchik, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Leonid Yermolov foi breve depois da vitória por 3‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Plantel21/09/2026
Timofey Laptev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Nalchik, e não vai ser retirado.
Alan Khachirov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A formação existe exatamente para esta manhã. Radomir Kokorin passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Yakov Guzhvin está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Timofey Laptev é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Perguntou-se ao Dinamo Bryansk se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.