Christopher Ochieng e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gor Mahia fica com o seu homem, e o Muranga Seal volta a uma lista com um nome riscado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Christopher Ochieng assinar alguma coisa — um contrato no Muranga Seal ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dennis Mukangula está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anthony Amuka treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Shaka Zulu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Muranga Seal está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Christopher Ochieng assinar alguma coisa — um contrato no Muranga Seal ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Muranga Seal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Muranga Seal podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caleb Ouma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Muranga Seal as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Muranga Seal sabe em que fase está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Muranga Seal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ninguém no Muranga Seal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Muranga Seal toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Shaka Zulu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Muranga Seal foi explícito quanto à situação de Collins Mwendwa, o que é mais do que muitos recebem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Muranga Seal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no Muranga Seal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Muranga Seal fez saber ao mercado que Bongani Billiat está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Em resumo
DireçãoA formação do Muranga Seal vale o que custa
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Muranga Seal toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brian Wanyama e o Muranga Seal acertam mais 2 anos.
Shaka Zulu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Wilson Mwangi está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Robinson Musungu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
Shaka Zulu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Muranga Seal sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dennis Mukangula está nela.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Martin Owusu treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Muranga Seal podem fingir não ter ouvido.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 38 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
Notas dos jogadoresShaka Zulu em notas de excelência
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Muranga Seal está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Eparama Moraica, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 38. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
Jogo14/09/2030
Não se vê o fim da espera do Muranga Seal por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Muranga Seal tem de arrancar um resultado de algum lado.
Shaka Zulu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
Ezekiah Omuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.
Mercado09/09/2030
O mercado disse que não: Felix Oluoch fica onde está
O Muranga Seal abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Felix Oluoch fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
Em resumo
DireçãoA formação do Muranga Seal vale o que custa
AntevisãoConforto de casa à vista para o Muranga Seal
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Shaka Zulu
0‑5 para o Tusker, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Muranga Seal podem fingir não ter ouvido.
Christopher Ochieng esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Posta Rangers fica com o seu homem, e o Muranga Seal volta a uma lista com um nome riscado.
Direção19/08/2030
Ninguém saiu depressa do balneário de Muranga Seal
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Muranga Seal está a esgotar-se.
Jogo29/06/2030
Não se vê o fim da espera do Muranga Seal por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Muranga Seal tem de arrancar um resultado de algum lado.
Christopher Ochieng e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Muranga Seal perguntou e o Gor Mahia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Gor Mahia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Disseram uma coisa a Eric Miheso e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Em resumo
O bancoA saída do treinador deixa Wilson Mwangi exposto
O bancoA vista do banco
Notas dos jogadoresShaka Zulu passa por eles um de cada vez
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Muranga Seal e o Gor Mahia, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gor Mahia fica com o seu homem, e o Muranga Seal volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Telvin Irungu, e o treinador deixou.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Muranga Seal
O bancoA vista do banco
Notas dos jogadoresEzekiah Omuri encarou-os todo o jogo
Dribles concretizados: 33. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Eric Miheso não precisou: 7.76, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.14 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Shaka Zulu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Muranga Seal perguntou e o Gor Mahia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Eparama Moraica e o Muranga Seal acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Eric Miheso não precisou: 7.66, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Ezekiah Omuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gor Mahia fica com o seu homem, e o Muranga Seal volta a uma lista com um nome riscado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cliff Oruko produziu-o, e o 8.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Dribles concretizados: 27. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Notas dos jogadores27/05/2030
Eric Miheso, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.64
Um 7.64 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Sofapaka foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caleb Ouma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Muranga Seal as despedidas começaram em silêncio.
Christopher Ochieng esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Posta Rangers defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
A raiva no Muranga Seal transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Samuel Omurwa compromete-se com o Muranga Seal por mais 3 anos.
O banco15/04/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Martin Owusu a uma sala que já as tinha ouvido.
6 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Cliff Oruko: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Muranga Seal a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Cliff Oruko não desaparece
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Muranga Seal podem fingir não ter ouvido.
Christopher Ochieng esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Muranga Seal sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Jogo enquanto o corpo deixar e paro no dia em que não deixar.” Tem 36 anos e 26 jogos atrás de si, e o clube tem de planear para uma decisão que ainda não está tomada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Muranga Seal, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco25/03/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Martin Owusu saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Disseram uma coisa a Eparama Moraica e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
9 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o Bidco United passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Cliff Oruko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores18/03/2030
Ezekiah Omuri jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.09. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco18/03/2030
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Martin Owusu foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Christopher Ochieng e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felix Oluoch, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Collins Kipkirui e o Muranga Seal acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco11/03/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Martin Owusu a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm autogolo para esquecer para George Omurwa
Eric Miheso tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Shabana deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Muranga Seal podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Christopher Ochieng e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tusker fica com o seu homem, e o Muranga Seal volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Eric Miheso tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresO jogo passou por Felix Oluoch — 7.61
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Direção04/02/2030
O prazo passa com 5 contratações e 3 saídas
Está feito o negócio no Muranga Seal até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Christopher Ochieng e o Muranga Seal acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Christopher Ochieng e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção04/02/2030
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Muranga Seal
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Muranga Seal, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Muranga Seal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Muranga Seal perguntou e o Gor Mahia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brian Juma e o Muranga Seal acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bongani Billiat, e o treinador deixou.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Dancan Omala deixa o Muranga Seal pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Muranga Seal fez a parte difícil com o Gor Mahia, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Shaka Zulu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Muranga Seal podem fingir não ter ouvido.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Muranga Seal aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Shaka Zulu e o Muranga Seal acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ezekiah Omuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.