20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dynamo Douala perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dynamo Douala pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Joseph Apam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arnauvy Mombouli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Bertrand Essiane Ndjongolo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Andre Oyongo lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dynamo Douala, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Douala coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Dynamo Douala
Andre Oyongo lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andre Kunde será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Douala as despedidas começaram em silêncio.
Joseph Apam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/05/2030
Palavras no treino do Dynamo Douala sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Casimis Fokou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chibuikem Obiezechukwu, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joseph Apam treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dynamo Douala perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Casimis Fokou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arnauvy Mombouli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jules Armand Kooh assinar alguma coisa — um contrato no Dynamo Douala ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dynamo Douala, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.