“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oldham Athletic, e não vai ser retirado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Oldham Athletic sabem-no.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Enver Cenk Şahin está a viver essa versão no Oldham Athletic, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Norwich City vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Alan Domeracki pré-acordou a mudança para o Oldham Athletic, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oldham Athletic coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manny Monthé estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Swansea City se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Robert Clark tem 15 anos, e o Oldham Athletic contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Em resumo
MercadoKieron Morris está livre para procurar outro sítio
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Watford nada responderam, o que também é uma resposta.
Mercado31/05/2027
Tobi Adeyemo regressa de um empréstimo que resultou
44 jogos e 11 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Nikoloz Chikovani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nampalys Mendy, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kwadwo Baah. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Watford, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Robert Clark deixa o Watford pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco29/03/2027
Edo Kayembe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Watford dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mattie Pollock apontou a data.
Daniel Bachmann fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Robert Clark treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Uma média de 7.11 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Watford sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Peter Harvey está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Robert Clark está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. John Pearson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Peter Russell é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Watford vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Watford sobre quem trabalha