O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Mara Sugar toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Mara Sugar está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mara Sugar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Kevin Kagere tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao APS Bomet deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.27, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores10/03/2031
Kevin Amuka, 16 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.01
Um 8.01 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 16. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mara Sugar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A raiva no Mara Sugar transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Mara Sugar toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Thamsanqa Hlatshwayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Thamsanqa Hlatshwayo: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Não se vê o fim da espera do Mara Sugar por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mara Sugar tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caleb Miheso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mara Sugar as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Duncan Kibwage e o Mara Sugar acertam mais 3 anos.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Plantel10/02/2031
Harun Ayumba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mara Sugar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caleb Miheso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mara Sugar as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/01/2031
Harun Ayumba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mara Sugar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Mara Sugar já falam dele no passado.
Plantel16/12/2030
Kevin Okoth desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelHarun Ayumba tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mara Sugar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caleb Miheso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mara Sugar as despedidas começaram em silêncio.
Thamsanqa Hlatshwayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Mara Sugar, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mara Sugar podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caleb Miheso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mara Sugar as despedidas começaram em silêncio.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mara Sugar, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mara Sugar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thamsanqa Hlatshwayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Mara Sugar fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mara Sugar, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mara Sugar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Thamsanqa Hlatshwayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Mara Sugar toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Mara Sugar sabe dizer em que semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caleb Miheso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mara Sugar as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Timothy Karisa e o Mara Sugar acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Michael Masika tem a sua resposta do Mara Sugar; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Não se vê o fim da espera do Mara Sugar por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mara Sugar tem de arrancar um resultado de algum lado.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Martin Nyakeya treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Notas dos jogadores06/05/2030
Kevin Kagere, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.77
Um 7.77 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kelvin Mwavali e o Mara Sugar acertam mais 2 anos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caleb Miheso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mara Sugar as despedidas começaram em silêncio.
Kelvin Mwavali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O APS Bomet segurou a vantagem 1 minutos, que não chega para a desfrutar. O Mara Sugar respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Aos 18 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Em resumo
MercadoCaleb Miheso colocado na lista de transferências
Notas dos jogadoresIbrahim Ochieng passa a tarde a fazer faltas
Não se vê o fim da espera do Mara Sugar por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mara Sugar tem de arrancar um resultado de algum lado.
Thamsanqa Hlatshwayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Mara Sugar sabe dizer em que semana.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brian Mulee, e o treinador deixou.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.
Jogo30/03/2030
Não se vê o fim da espera do Mara Sugar por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mara Sugar tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Mara Sugar, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Vitória por 3‑0 sobre o Muranga Seal, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Dois golos e um 8.12 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores11/03/2030
Harun Ayumba, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.09
Um 8.09 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mara Sugar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thamsanqa Hlatshwayo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Kevin Kagere, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.02
Um 8.02 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mara Sugar podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Kevin Kagere tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kevin Kagere. 1‑0 sobre o Mathare United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Caleb Miheso compromete-se com o Mara Sugar por mais 3 anos.
Plantel11/02/2030
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ibrahim Ochieng
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Evans Omondi Ouma treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mara Sugar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Caleb Miheso e o Mara Sugar acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Caleb Miheso, e o treinador deixou.
Thamsanqa Hlatshwayo assina, e a coluna do valor fica vazia. Negócios destes parecem pequenos em julho e espertos em março — ou nunca mais se fala deles.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Mara Sugar pode pedir e sobe o salário que David Amuka pode exigir.