17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Paksi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o BVSC-Zugló à espera com uma camisola. No Paksi ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As regras permitem-no e dói na mesma. Elie Kayembe Tete acertou condições com o Kecskeméti TE para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paksi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gábor Vas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nyíregyháza fica com o seu homem, e o Paksi volta a uma lista com um nome riscado.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Paksi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Paksi aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Plantel05/01/2032
Gergő Gyurkits desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dániel Németh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Paksi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Paksi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aleksandar Đukanović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gábor Vas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para István Bence Juhász, e o treinador deixou.
Daniel Bese lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Bekescsaba vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Paksi foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Paksi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. István Bence Juhász será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Paksi as despedidas começaram em silêncio.
7.82, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gábor Vas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dániel Németh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Kevin Horváth foi informado de que não entra nos planos do treinador do Paksi.
O banco22/12/2031
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Paksi já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paksi, e não vai ser retirado.
1 para Elie Kayembe Tete, avaliado com 7.45, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Gergő Gyurkits e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
7 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gábor Vas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Robert Tarcsi fica onde está
MercadoUm dos nossos: Istvan Orban junta-se à equipa principal do Paksi