15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Colón perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Colón ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matías Córdoba não precisou: 8.05, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Leandro Allende esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Maximo Ingravidi, e desta vez do outro lado está o Nueva Chicago. No Colón ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel24/07/2028
Matías Budiño desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
JogoO Colón torna a sua casa um sítio difícil de visitar
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Colón perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nahuel Curcio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Federico Rasmussen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ignacio Antonio, e o treinador deixou.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Colón perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não há pior forma de perder um futebolista. Tomás Paredes pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Colón coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Colón perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Colón ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Emirates Club por Jerónimo Buosi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Colón coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Budiño está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.