A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hibernians perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hibernians, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bertram Westh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hibernians as despedidas começaram em silêncio.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Hibernians vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel03/02/2031
Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Halabaku está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hibernians perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Marsa segue em frente e o Hibernians vai para casa, com um 0‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hibernians já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Peter Thompson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hibernians as despedidas começaram em silêncio.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Hibernians vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel13/01/2031
Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Halabaku está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Hibernians perguntou e o Balzan disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
29 dias de fora para Yannick Yankam depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hibernians vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Vittoriosa Stars por Scott Wilhelmsen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O negócio que levaria Adam Harrison para o Melita caiu na fase final e ele reapresenta-se no Hibernians com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Birkirkara fica com o seu homem, e o Hibernians volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel19/08/2030
Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Halabaku está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Yannick Yankam e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Zurrieq à espera com uma camisola. No Hibernians ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hibernians podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Peter Thompson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hibernians as despedidas começaram em silêncio.
Plantel22/07/2030
Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Charleston está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zabbar St. Patrick fica com o seu homem, e o Hibernians volta a uma lista com um nome riscado.
Mailson Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kevin Halabaku treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hibernians, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hibernians ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Hibernians vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Kevin Halabaku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charleston estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Hibernians perguntou e o Hamrun Spartans disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hibernians, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hibernians podem fingir não ter ouvido.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hibernians já falam dele no passado.
Plantel27/05/2030
Kevin Halabaku desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mailson Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Matteo Cardinali assinar alguma coisa — um contrato no Hibernians ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hibernians podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Scott Wilhelmsen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hibernians as despedidas começaram em silêncio.
12 jogos sem sofrer ao longo da época e o único prémio a que mais ninguém em campo pode aspirar. A maioria dos guarda-redes nunca vive um ano assim.
Plantel06/05/2030
Kevin Halabaku desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mailson Lima e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Mercado06/05/2030
Aurèle Schel regressa de um empréstimo que resultou
29 jogos e 1 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lerato Ntamane treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Direção$10.2K por ano a mais nas contas de Hibernians
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hibernians, e não vai ser retirado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hibernians já falam dele no passado.
Plantel29/04/2030
Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Charleston está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mailson Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hibernians, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Matteo Cardinali assinar alguma coisa — um contrato no Hibernians ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Reece Wilson apontou a data.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hibernians ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kevin Halabaku e o Hibernians acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hibernians lida com um homem que quer outro país.
Plantel08/04/2030
Charleston desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Peter Thompson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hibernians as despedidas começaram em silêncio.
Kevin Halabaku e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charleston estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Disseram uma coisa a Anthony Lokosa e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Yannick Yankam continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Hibernians ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Matteo Cardinali assinar alguma coisa — um contrato no Hibernians ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hibernians, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hibernians podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Scott Wilhelmsen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hibernians as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hibernians lida com um homem que quer outro país.
Plantel11/03/2030
Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Charleston está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Miullen. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoPeter Thompson tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hibernians ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel04/03/2030
Kevin Halabaku desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mailson Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Hibernians disse a Matteo Cardinali que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Verba acordada, salário acordado, e o Sirens à espera com uma camisola. No Hibernians ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Charleston estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O telefone voltou a tocar por causa de Cobi Maddox, e desta vez do outro lado está o Zebbug Rangers. No Hibernians ouvem com educação e não prometem nada.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Direção28/01/2030
Os salários engolem 95% das receitas do Hibernians
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Azer Kozić está em marcha
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hibernians perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Gudja United por Joseph Mbong foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hibernians já se começa a dizer o nome dele no passado.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Mosta ninguém diz, e no Hibernians ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Hibernians perguntou e o Birkirkara disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel14/01/2030
Charleston desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.