A perseguição a Iliya Gruev terminou com $6.0M a mudar de mãos e o Leeds United sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Arsenal a ouviu como outra coisa.
Direção03/09/2029
O prazo passa com 31 contratações e 15 saídas
Está feito o negócio no Arsenal até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Iliya Gruev agiu, no Arsenal, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Noni Madueke esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do Harrogate Town por Steven Jackson foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riccardo Calafiori está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Arsenal e o Leeds United acertaram em $6.0M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Jurriën Timber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matteo Ruggeri. 2‑1 sobre o Sheffield United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Matteo Ruggeri pôs o Arsenal de novo em igualdade em 2 minutos, e o Sheffield United nunca chegou a jogar com vantagem.
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Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Inter fica com o seu homem, e o Arsenal volta a uma lista com um nome riscado.
Uma transferência que Alfie Doughty teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Alfie Doughty está a viver essa versão no Arsenal, e costuma notar-se no primeiro mês.
Noni Madueke e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Arsenal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
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82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Arsenal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Burnley vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Arsenal foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Arsenal a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexander Isak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Arsenal vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Arsenal perguntou e o Bournemouth disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Arsenal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 16 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel17/07/2028
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As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Arsenal, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jurriën Timber está nela.
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