46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rotherham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotherham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel25/12/2034
Shea Lacey desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.66 na época, com 31 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Rotherham United estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eddy Nsasi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rotherham United as despedidas começaram em silêncio.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ciaran McGuckin. 3‑2 sobre o Wrexham, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresShea Lacey em notas de excelência
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rotherham United, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tom Booth será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rotherham United as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rotherham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Will Smallbone assinar alguma coisa — um contrato no Rotherham United ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma média de 7.63 na época, com 29 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rotherham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rotherham United falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.12 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Rotherham United e do Charlton Athletic por igual; os restantes divertiram-se imenso.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rotherham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Shea Lacey esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ar'jany Martha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Frankie Phillips, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Rotherham United sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.