Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Chris Donnell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Central Coast Mariners que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Com 2 golos de desvantagem isto era uma formalidade, e a formalidade durou até deixar de ser. O Central Coast Mariners encontrou algo que a primeira parte não tinha anunciado, e o Sydney FC não soube segurar o que tinha.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 109 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Notas dos jogadores01/11/2032
Anthony Moore, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.68
Um 7.68 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
9 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Sydney FC foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 123 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
MercadoA história de Anthony Moore recusa-se a morrer
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Uma média de 7.05 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Central Coast Mariners sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Harry Steele esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luka Vicelich, e o treinador deixou.
O banco11/10/2032
Grant Moore tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Central Coast Mariners dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Diesel Herrington treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA história de Anthony Moore recusa-se a morrer
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Posição 11 e 18 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Uma média de 7.05 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Central Coast Mariners têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Chris Donnell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco13/09/2032
Grant Moore tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Central Coast Mariners dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Central Coast Mariners essa pergunta é mais difícil de responder.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Posição 11 e 18 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Uma média de 7.05 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Central Coast Mariners sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Harry Steele esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ryan Doyle e o Central Coast Mariners acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Grant Moore, e o treinador deixou.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Central Coast Mariners terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Central Coast Mariners não tem uma boa resposta.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ryan Doyle treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Central Coast Mariners perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Central Coast Mariners perguntou e o Junior disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luka Vicelich, e o treinador deixou.
Perguntou-se ao Defensor Sporting se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kristian Popovic treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Uma média de 7.05 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Central Coast Mariners têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Chris Donnell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Uma sondagem ao Junior para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Melbourne Victory para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Central Coast Mariners terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Uma média de 7.05 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Central Coast Mariners sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
O Central Coast Mariners perguntou e o Defensor Sporting disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brett Johnston e o Central Coast Mariners acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Toby Crawford, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Grant Moore fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Uma época inteira a ser o melhor jogador de 19 anos que alguém nesta liga podia pôr num relvado. O Central Coast Mariners tem-no, e todos os outros já sabem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luke Badley-Morgan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Central Coast Mariners as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Central Coast Mariners, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anthony Moore assinar alguma coisa — um contrato no Central Coast Mariners ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Posição 11 e 18 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Uma média de 7.05 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Central Coast Mariners têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Trent Sainsbury esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Diesel Herrington apontou a data.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Central Coast Mariners nada responderam, o que também é uma resposta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dylan Peraić-Cullen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jai Ajanović, e o treinador deixou.
O dinheiro que disseram ao treinador que tinha é agora dinheiro que o treinador tinha. $917.8K desaparecidos da mesa sem comunicado, e um balneário que percebe o que isso quer dizer.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Toby Crawford: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Central Coast Mariners está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Central Coast Mariners, e não vai ser retirado.
Tem 19 anos, média de 7.05, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Trent Sainsbury esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brett Johnston, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Grant Moore está nela.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Trent Sainsbury e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco05/04/2032
Patrick Wood perde o treinador que acreditava nele
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Patrick Wood: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Central Coast Mariners não tem uma boa resposta.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Central Coast Mariners está a esgotar-se.
Tem 19 anos, média de 7.05, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Trent Sainsbury esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Noah Richards e o Central Coast Mariners acertam mais 4 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Grant Moore fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Em resumo
O bancoJai Ajanović pede uma conversa com o treinador
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 18 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Central Coast Mariners ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Trent Sainsbury.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Trent Sainsbury e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 19 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Central Coast Mariners vai tentar não fazer disso um caso.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Brisbane Roar marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Central Coast Mariners pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Uma média de 7.04 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Central Coast Mariners sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Anthony Moore tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Central Coast Mariners nada responderam, o que também é uma resposta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Central Coast Mariners ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Central Coast Mariners tem de arrancar um resultado de algum lado.
Trent Sainsbury esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Minuto 93, frente ao Perth Glory, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Central Coast Mariners perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.27 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Trent Sainsbury e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AEL Larisa fica com o seu homem, e o Central Coast Mariners volta a uma lista com um nome riscado.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Central Coast Mariners fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco16/02/2032
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Central Coast Mariners também ninguém o escondia.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Central Coast Mariners perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Central Coast Mariners perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dylan Peraić-Cullen e o Central Coast Mariners acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Trent Sainsbury e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Sofia fica com o seu homem, e o Central Coast Mariners volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Central Coast Mariners perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Alvos de mercado02/02/2032
Os exames médicos acabam com o negócio de Vito Kovač
Estava tudo acordado com o HNK Rijeka, e então o médico falou. O Central Coast Mariners desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Direção02/02/2032
O prazo passa com 0 contratações e 4 saídas
Está feito o negócio no Central Coast Mariners até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Em resumo
Alvos de mercadoNão, obrigado: Predrag Krsticic rejeita a mudança
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Central Coast Mariners perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Trent Sainsbury esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Zagreb fica com o seu homem, e o Central Coast Mariners volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diesel Herrington, e o treinador deixou.
Plantel26/01/2032
James Durrington desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Vito Kovač está em marcha
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Central Coast Mariners nada responderam, o que também é uma resposta.
Trent Sainsbury e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Western Sydney Wanderers fica com o seu homem, e o Central Coast Mariners volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco19/01/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Chris Donnell
Notas dos jogadoresChris Donnell vai rever aquele lance muitas vezes
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Central Coast Mariners perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Central Coast Mariners podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Central Coast Mariners nada responderam, o que também é uma resposta.
Trent Sainsbury e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Trent Sainsbury, e o treinador deixou.
0‑1 para o Adelaide United, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco12/01/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. James Durrington está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Kryštof Kostelný está em marcha
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Posição 11 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
10 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Western Sydney Wanderers. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Central Coast Mariners está a esgotar-se.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Anthony Moore tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Central Coast Mariners tem de arrancar um resultado de algum lado.
Trent Sainsbury esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco29/12/2031
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Harry Steele
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O banco29/12/2031
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Ninguém no Central Coast Mariners sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Macarthur FC? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Avaliado com 5.19. Nada do que tentou resultou e a partir da hora deixou de tentar grande coisa, que é a parte em que um treinador repara, mais do que nos erros.
Dribles concretizados: 11. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Central Coast Mariners tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Central Coast Mariners podem fingir não ter ouvido.
Trent Sainsbury e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luka Vicelich e o Central Coast Mariners acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Melbourne Victory segurou a vantagem 4 minutos, que não chega para a desfrutar. O Central Coast Mariners respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diesel Herrington, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. James Durrington está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Anthony Moore
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dylan Peraić-Cullen, e o treinador deixou.
O Perth Glory levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco08/12/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Anthony Moore sai dessa comparação dentro da equipa, e o Central Coast Mariners beneficiou de cada uma dessas tardes.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Central Coast Mariners tem de arrancar um resultado de algum lado.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Trent Sainsbury esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Riley Smith e o Central Coast Mariners acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A capitania foi retirada a Trent Sainsbury. O Central Coast Mariners vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Central Coast Mariners, mais uma semana sem a assinatura de Diesel Herrington.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Gray estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Central Coast Mariners, e não vai ser retirado.
Trent Sainsbury e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Central Coast Mariners sabe dizer em que semana.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Central Coast Mariners, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dylan Peraić-Cullen, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Cameron Henderson e o Central Coast Mariners acertam mais 3 anos.
O banco10/11/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Central Coast Mariners foi explícito quanto à situação de Stefan Barbarouses, o que é mais do que muitos recebem.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Trent Sainsbury e o Central Coast Mariners acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Trent Sainsbury esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Oliver Lavale tem a sua resposta do Central Coast Mariners; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O treinador reorganizou as ideias e Oliver Lavale saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.14 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jai Ajanović será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Central Coast Mariners as despedidas começaram em silêncio.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Trent Sainsbury e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Michael Ruhs. 2‑1 sobre o Adelaide United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Kye Ryan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jai Ajanović será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Central Coast Mariners as despedidas começaram em silêncio.
Trent Sainsbury e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cracovia fica com o seu homem, e o Central Coast Mariners volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diesel Herrington, e o treinador deixou.
Perguntou-se ao HNK Rijeka se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Central Coast Mariners está a esgotar-se.
Não um mês, não uma série — uma época inteira a ser o melhor futebolista de 18 anos que alguém nesta divisão podia pôr em campo. Este é o galardão que será referido durante o resto da sua carreira.
Trent Sainsbury e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Trent Sainsbury, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Central Coast Mariners pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 18 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Central Coast Mariners vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ryan Doyle sai dessa comparação dentro da equipa, e o Central Coast Mariners beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco07/04/2031
Patrick Wood perde o treinador que acreditava nele
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Patrick Wood: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O dinheiro que disseram ao treinador que tinha é agora dinheiro que o treinador tinha. $1.8M desaparecidos da mesa sem comunicado, e um balneário que percebe o que isso quer dizer.
Trent Sainsbury e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um 1‑0 sobre o Western Sydney Wanderers, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diesel Herrington, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kaito Taniguchi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Trent Sainsbury esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Trent Sainsbury, e o treinador deixou.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco17/03/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Central Coast Mariners fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dylan Peraić-Cullen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Patrick Wood.
O banco10/03/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Central Coast Mariners, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Plantel10/03/2031
Anthony Moore, 18 anos, é o melhor jovem do fim de semana
Medido contra todos os outros miúdos da divisão, e o primeiro entre eles. O prémio de sénior é onde o Central Coast Mariners gostava que isto fosse dar.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Central Coast Mariners está a esgotar-se.
15 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Melbourne Victory foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Anthony Moore não precisou: 8.46, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Trent Sainsbury e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Central Coast Mariners tem de arrancar um resultado de algum lado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 12 e 13 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Trent Sainsbury esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Trent Sainsbury chama-lhe outra coisa em privado.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O banco17/02/2031
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Central Coast Mariners também ninguém o escondia.
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Central Coast Mariners tem de arrancar um resultado de algum lado.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Central Coast Mariners falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Trent Sainsbury e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Central Coast Mariners falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jai Ajanović será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Central Coast Mariners as despedidas começaram em silêncio.
Trent Sainsbury e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kristian Popovic e o Central Coast Mariners acertam mais 3 anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Central Coast Mariners falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Central Coast Mariners tem de arrancar um resultado de algum lado.
Verba acordada, salário acordado, e o Newcastle Jets à espera com uma camisola. No Central Coast Mariners ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o HNK Rijeka fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Central Coast Mariners coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Central Coast Mariners perguntou e o Hajduk Split disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Anthony Moore e o Central Coast Mariners acertam mais 4 anos.
O Central Coast Mariners já telefonou ao Zlin. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.