0‑3 para o Inter de Limeira, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Marcílio Dias, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Marcílio Dias fez a parte difícil com o Fortaleza, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Marcílio Dias coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/06/2027
Diego Ortiz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco07/06/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Henrique Batista saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não se vê o fim da espera do Marcílio Dias por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Marcílio Dias tem de arrancar um resultado de algum lado.
Matheus Cavichioli e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/11/2026
Diego Ortiz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Davi Schwenck, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Henrique Batista depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
7.70, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Matheus Cavichioli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi preciso Roldan marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Cianorte, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco23/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Henrique Batista escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kauan Firmino, e o treinador deixou.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Plantel23/11/2026
Estreia na equipa principal aos 16 anos para Luís Lima
Dos campos da formação para uma camisola de sénior, aos 16 anos. Os pais na bancada vão guardar o programa do jogo, e ele também.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Miguel Silva está nela.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Marcílio Dias pode pedir e sobe o salário que Luan Rodrigues pode exigir.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Roldan. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Luís Lima treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Em resumo
AntevisãoConforto de casa à vista para o Marcílio Dias
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo07/11/2026
Não se vê o fim da espera do Marcílio Dias por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Marcílio Dias tem de arrancar um resultado de algum lado.
Matheus Cavichioli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Marcílio Dias sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Ortiz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Luís Lima é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Samuel Farias é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Marcílio Dias disse a Diego Ortiz que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Marcílio Dias?