Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andrew Kudus produziu-o, e o 9.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.02 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jonathan Amoah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o WAFA e o Heart of Lions, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Em resumo
Notas dos jogadoresHarrison Sulemana jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresJonathan Amoah jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No WAFA ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jonathan Amoah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no WAFA coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Taiwo Olonisakin, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Harrison Sulemana. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O mais difícil de ter 16 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jonathan Afful não precisou: 7.73, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A proposta do Aduana Stars por Emmanuel Baba foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jogo06/01/2029
O WAFA torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no WAFA coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrew Sulemana, e o treinador deixou.
Dos campos da formação para uma ficha de jogo da equipa principal aos 16 anos. A estreia é a parte fácil; o segundo jogo é o que todos os jovens têm de merecer.
Em resumo
MercadoA história de Andrew Kudus recusa-se a morrer
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Taiwo Olonisakin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/07/2028
Andrew Kudus desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Taiwo Olonisakin, e o treinador deixou.
Perguntou-se ao Asante Kotoko se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O negócio que levaria Andrew Addo para o Heart of Lions caiu na fase final e ele reapresenta-se no WAFA com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no WAFA coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Amoah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Asante Kotoko para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Andrew Addo tem a sua resposta do WAFA; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O WAFA sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.