«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Divane Tchameni e o Barau acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Barau merecia melhor, e ele também.
Tem 18 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bayelsa United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Issa Yusuf, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gabriel Biriduba. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Emmanuel Eze será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bayelsa United as despedidas começaram em silêncio.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Emmanuel Eze será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bayelsa United as despedidas começaram em silêncio.
Gabriel Biriduba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bayelsa United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gabriel Biriduba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bayelsa United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.57 na época, com 8 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Gabriel Biriduba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Bayelsa United fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bayelsa United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bayelsa United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para James Emo, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bayelsa United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bayelsa United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Posição 1, 47 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Bayelsa United pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bayelsa United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Wikki Tourists vai fazer a chamada por Emmanuel Eze esta semana. O Bayelsa United tem um número em mente, e o número não é tímido.
Não se vê o fim da espera do Bayelsa United por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Bayelsa United tem de arrancar um resultado de algum lado.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bayelsa United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A camisola ainda lhe serve. Oghenekaro Abacha está de volta ao Bayelsa United, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Ademola Balogun volta a ser jogador do Bayelsa United, e a cidade tem a sua história do verão.
Mercado08/01/2029
Como se nunca tivesse saído: Emmanuel Eze regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Emmanuel Eze volta a ser jogador do Bayelsa United, e a cidade tem a sua história do verão.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Bayelsa United estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Kenneth Sheddy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Bayelsa United sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
MercadoEmmanuel Eze está livre para procurar outro sítio