Carlos Guardado e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ralph Orquin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Tijuana vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. João Vasconcelos pré-acordou a mudança para o Monterrey, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Efrain Marquez sai dessa comparação dentro da equipa, e o Monterrey beneficiou de cada uma dessas tardes.
120 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monterrey perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monterrey ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Carlos Guardado e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monterrey ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monterrey coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Efrain Ochoa pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Radek Vítek, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Monterrey, mais uma semana sem a assinatura de Radek Vítek.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Plantel11/09/2034
Palavras no treino do Monterrey sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Keenan Cruden está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ralph Orquin assinar alguma coisa — um contrato no Monterrey ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.