Joel Van Dijk lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Den Bosch coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/03/2034
Palavras no treino do Den Bosch sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stan Maas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no Den Bosch viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 37 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Den Bosch perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Pepijn van de Merbel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel27/02/2034
Uma transferência que Filippo Tosi teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Filippo Tosi está a viver essa versão no Den Bosch, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel27/02/2034
Stan Maas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adel Boufennara, e o treinador deixou.
O banco27/02/2034
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Telstar? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pepijn van de Merbel. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Den Bosch perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Joeri Cruden e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Willem II obrigou o Den Bosch a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑2 e a tabela não pergunta como.
Plantel20/02/2034
Palavras no treino do Den Bosch sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pepijn van de Merbel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Den Bosch perguntou e o NEC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 95 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Derrota por 0‑3 com o Utrecht, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo10/01/2033
Para o Den Bosch, cada ponto é agora uma discussão
Posição 16 e 11 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O Den Bosch perguntou e o Twente disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alvos de mercado10/01/2033
Verba fechada, faltam as condições de Khaled Razak
O Den Bosch e o Sparta Rotterdam acertaram em $630.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joeri Cruden estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.