Mamadou Kante, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.86
Um 7.86 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Djigui Sidibe e o Etoiles du Mande acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issoufi Maïga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Mamadou Kante tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mamadou Kante. 1‑0 sobre o Onze Createurs, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Etoiles du Mande foi explícito quanto à situação de Djigui Camara, o que é mais do que muitos recebem.
0‑3 para o Stade Malien, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Etoiles du Mande pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Etoiles du Mande ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jean Koffi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Modibo Kone, e o treinador deixou.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Mamadou Kante não será o apontado, mas ninguém no Etoiles du Mande escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mamadou Kante não precisou: 8.03, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel29/01/2035
Issoufi Maïga desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma exibição de 8.08 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Notas dos jogadores29/01/2035
Issoufi Maïga fez o trabalho que ninguém conta — 6.80
10 ações combinadas e 6.80. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
“Vejo todos os jogos do Etoiles du Mande daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Real Bamako segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
1 para Alhassance Bamba, avaliado com 7.80, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
A proposta do FC Diarra por Daouda Diaby foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel15/01/2035
Jean Koffi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Metade do calendário jogado, 9.º lugar, 15 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco15/01/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
Notas dos jogadoresMamadou Kante vai rever aquele lance muitas vezes
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Etoiles du Mande pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel01/01/2035
Issoufi Maïga desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Etoiles du Mande, e 1 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
O banco01/01/2035
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Interim Coach foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issoufi Maïga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Modibo Kone, e o treinador deixou.
O banco18/12/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ibrahim Malle treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Etoiles du Mande ficou diferente depois.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issoufi Maïga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Samba Maiga e o Etoiles du Mande acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Djigui Sidibe está nela.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
1‑1 frente ao US Bougouni, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Etoiles du Mande tem de arrancar um resultado de algum lado.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mamaye Coulibaly e o Etoiles du Mande acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel06/11/2034
Issoufi Maïga desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Etoiles du Mande podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mamaye Coulibaly e o Etoiles du Mande acertam mais 2 anos.
Plantel03/04/2034
Jean Koffi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Etoiles du Mande que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Etoiles du Mande podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daouda Diaby será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Etoiles du Mande as despedidas começaram em silêncio.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Alhassance Bamba compromete-se com o Etoiles du Mande por mais 4 anos.
Plantel20/02/2034
Jean Koffi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco20/02/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
O bancoDjigui Sidibe tornou-se um homem de confiança do treinador
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O US Bougouni tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Etoiles du Mande já se começa a dizer o nome dele no passado.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jean Koffi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Siaka Keïta, e o treinador deixou.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 13 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑2 frente ao Djoliba, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Etoiles du Mande podem fingir não ter ouvido.
A proposta do AS Bakaridjan por Adama Soumare foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Etoiles du Mande ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mais um nome na lista: o US Bougouni fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Modibo Kone. A resposta do Etoiles du Mande não mudou — para já.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Modibo Kone e o Etoiles du Mande acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Etoiles du Mande perguntou e o AS Police disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jean Koffi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jean Koffi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adama Soumare, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Tiémoko Berthé. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Etoiles du Mande, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Boubacar Fofana está nela.
O Etoiles du Mande fez saber ao mercado que Adama Malle está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
A próxima visita é de uma equipa no 2.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
O AS Bakaridjan está fora e o Etoiles du Mande segue em frente, com um 2‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
28 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel07/11/2033
Jean Koffi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Etoiles du Mande que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Etoiles du Mande pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jean Koffi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Modibo Kone, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Etoiles du Mande, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco23/05/2033
Falaye Bagayoko tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Etoiles du Mande dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Etoiles du Mande coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jean Koffi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Adama Soumare e o Etoiles du Mande acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco16/05/2033
Djigui Sidibe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Etoiles du Mande dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Etoiles du Mande, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.