Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Amlani Tatu: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Wellington Phoenix a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jesse Harrison treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A próxima visita é de uma equipa no 8.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Lukas Kelly-Heald marcou, foi avaliado com 7.83 e voltou antes de alguém dar pela falta.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Juan Martín Campos depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o Wellington Phoenix tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Wellington Phoenix nada responderam, o que também é uma resposta.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Stefan Murray e o Wellington Phoenix acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Reece Sullivan lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Wellington Phoenix, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Jackson Davis não são bons
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Wellington Phoenix perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Wellington Phoenix perguntou e o Melbourne Victory disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andriano Lebib estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Newcastle Jets para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Wellington Phoenix já telefonou ao Universidad de Chile. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Kane Wallace e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Amlani Tatu não precisou: 7.93, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
9 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Amlani Tatu. 1‑0 sobre o Newcastle Jets, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramy Najjarine estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jackson Davis e o Wellington Phoenix acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Lee Min Ki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.