«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashima Antlers podem fingir não ter ouvido.
Naomichi Ueda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Keisuke Maeda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kashima Antlers as despedidas começaram em silêncio.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryotaro Araki assinar alguma coisa — um contrato no Kashima Antlers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kashima Antlers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashima Antlers podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Keisuke Maeda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kashima Antlers as despedidas começaram em silêncio.
Aleksandar Cavric esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomoki Hayakawa assinar alguma coisa — um contrato no Kashima Antlers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Urawa Reds? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
0‑4 para o FC Tokyo, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
As bancadas12/08/2030
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 8 dos 36 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vitória por 1‑1 sobre o Vissel Kobe, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alejandro Arana será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kashima Antlers as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ali Majrashi e o Kashima Antlers acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Naomichi Ueda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
6 golos e uma média de 7.38 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yoav Koren e o Kashima Antlers acertam mais 3 anos.
Ali Majrashi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomoki Hayakawa assinar alguma coisa — um contrato no Kashima Antlers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Keisuke Maeda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kashima Antlers as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomoki Hayakawa assinar alguma coisa — um contrato no Kashima Antlers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 35 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Keisuke Maeda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kashima Antlers as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 21 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomoki Hayakawa assinar alguma coisa — um contrato no Kashima Antlers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 19 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Kashima Antlers têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Keisuke Maeda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kashima Antlers as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yuta Higuchi, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Elber treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kashima Antlers sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Abdelhamid Sabiri não conseguiu
Não se vê o fim da espera do Kashima Antlers por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kashima Antlers tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Toda a gente deixou de fingir: o Omiya Ardija vai fazer a chamada por Keisuke Maeda esta semana. O Kashima Antlers tem um número em mente, e o número não é tímido.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Kashima Antlers têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alejandro Arana será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kashima Antlers as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Naomichi Ueda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Kashima Antlers, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.