A proposta do JIPPO por Eemil Toivonen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção02/04/2029
O prazo passa com 1 contratações e 3 saídas
Está feito o negócio no HJK até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao HJK e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 6 no JIPPO dizem o resto.
O banco02/04/2029
Otto Kemppainen tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no HJK dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Raitala, e o treinador deixou.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Matej Marković assinar alguma coisa — um contrato no HJK ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
49 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Timo Zaal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no HJK as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No HJK ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Lingman, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No HJK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brooklyn Lyons-Foster e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no HJK sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filip Trpčevski, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mouhamed Guèye está nela.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No HJK ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lassi Lappalainen. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O HJK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lucas Lingman será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no HJK as despedidas começaram em silêncio.
Brooklyn Lyons-Foster esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no HJK dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O HJK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no HJK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O banco18/12/2028
Till Cissokho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no HJK dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os minutos não chegavam no HJK, por isso vão ser procurados no Independiente. Um empréstimo não é um adeus, mas é sempre uma pergunta: sobre o jogador, ou sobre o plano.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em HJK, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O SalPa tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No HJK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no HJK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O SC Freiburg fica com o seu homem, e o HJK volta a uma lista com um nome riscado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Juha Taylor passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Daniel Raitala está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Eemil Toivonen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o HJK sabe em que fase está.