O Hapoel Raanana vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Maccabi Petach Tikva foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Petach Tikva perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Notas dos jogadores16/01/2034
Guy Abada, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.12
Um 8.12 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.47 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ficar 2 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O Maccabi Petach Tikva reconstruiu a tarde golo a golo, e o Hapoel Acre não teve resposta para nada disso.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Adar Ratner produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Guy Abada não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Hapoel Tel Aviv aceitou o dinheiro. O que o Maccabi Petach Tikva ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Petach Tikva, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Maccabi Petach Tikva fez a parte difícil com o Persib, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Petach Tikva coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Maccabi Petach Tikva vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Disseram uma coisa a José Cortés e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Uma média de 7.09 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maccabi Petach Tikva sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yonatan Dabbur e o Maccabi Petach Tikva acertam mais 4 anos.
Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco26/12/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Henri Duval saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Eli Peretz, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ben Glazer está nela.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Tomer Shimoni: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Maccabi Petach Tikva a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nowaf Bazia produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores19/12/2033
Guy Abada, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.07
Um 8.07 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yoav Gerafi, e o treinador deixou.
O banco19/12/2033
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Henri Duval foi breve depois da vitória por 3‑2, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
O banco19/12/2033
Tamir Arbel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Petach Tikva dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um amarelo a mais, e um jogo visto da bancada. O Maccabi Petach Tikva perde-o pela razão mais evitável que há neste desporto.
O banco19/12/2033
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Matan Shechter
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
MercadoA história de Adar Ratner recusa-se a morrer
Guy Abada, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.98
Um 7.98 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Metade do calendário jogado, 5.º lugar, 23 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Henri Duval sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
O banco12/12/2033
Adar Ratner tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Petach Tikva dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ben Glazer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Petach Tikva as despedidas começaram em silêncio.
Tem 21 anos, média de 7.04, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Omer Shirazi e o Maccabi Petach Tikva acertam mais 2 anos.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Maccabi Petach Tikva vai tentar não fazer disso um caso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ben Glazer, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
3‑0, e Almog Dabbur ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Maccabi Petach Tikva. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Notas dos jogadores28/11/2033
Guy Abada, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.14
Um 8.14 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.67 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Uma média de 7.01 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maccabi Petach Tikva sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Samuel Owusu, e o treinador deixou.
O banco28/11/2033
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Henri Duval foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Em resumo
O bancoBen Glazer tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ben Glazer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Petach Tikva as despedidas começaram em silêncio.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Maccabi Petach Tikva e o Hapoel Haifa, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Tem 21 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Petach Tikva perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Maccabi Petach Tikva nada responderam, o que também é uma resposta.
O Maccabi Petach Tikva mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Henri Duval, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
O Maccabi Petach Tikva perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Eli Peretz é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Itay Benayoun é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Uma média de 7.20 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maccabi Petach Tikva sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
O Maccabi Petach Tikva perguntou e o Hapoel Tel Aviv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Petach Tikva sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Manor Cohen está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Maccabi Petach Tikva, mais uma semana sem a assinatura de Eden Levy.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ben Glazer treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma média de 7.20 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Maccabi Petach Tikva têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Tel Aviv fica com o seu homem, e o Maccabi Petach Tikva volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Manor Cohen está nela.
Uma média de 7.15 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Maccabi Petach Tikva têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Guy Abada e o Maccabi Petach Tikva acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Maccabi Petach Tikva, mais uma semana sem a assinatura de Yoav Gerafi.
10 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
O banco04/07/2033
Tamir Arbel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Petach Tikva dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Petach Tikva, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma média de 7.13 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Maccabi Petach Tikva têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Tel Aviv fica com o seu homem, e o Maccabi Petach Tikva volta a uma lista com um nome riscado.
O Maccabi Petach Tikva já telefonou ao Maccabi Haifa. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Petach Tikva, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma média de 7.20 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maccabi Petach Tikva sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
O veredicto de uma época sobre Almog Dabbur: o melhor da sua idade
O Maccabi Petach Tikva tem um jogador de 20 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
Uma média de 7.20 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Maccabi Petach Tikva têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Petach Tikva coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O nome de Adar Ratner não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Maccabi Petach Tikva nada diz, o que já diz muito.
O banco23/05/2033
Manor Cohen tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Petach Tikva dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma média de 7.20 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maccabi Petach Tikva sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Plantel25/04/2033
Uma lesão muscular afasta Yoav Gerafi durante 17 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Maccabi Petach Tikva vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Manor Cohen está nela.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Almog Dabbur não desaparece
Tem 20 anos, média de 7.13, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Maccabi Petach Tikva, mais uma semana sem a assinatura de Yoav Gerafi.
Guy Hemed e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adi Solomon, e o treinador deixou.
Tem 20 anos, média de 7.20, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
5.º lugar com 44 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Maccabi Petach Tikva nada responderam, o que também é uma resposta.
Uma média de 7.15 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maccabi Petach Tikva sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ben Natcho e o Maccabi Petach Tikva acertam mais 3 anos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O banco14/03/2033
Tamir Arbel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Petach Tikva dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Itamar Noy produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores28/02/2033
Guy Abada, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.30
Um 8.30 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
17 golos e uma média de 7.43 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Uma média de 7.20 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Maccabi Petach Tikva têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Maccabi Petach Tikva e do Hapoel Kiryat Shmona por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Itamar Noy. 4‑2 sobre o Hapoel Kiryat Shmona, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
17 golos e uma média de 7.43 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Maccabi Petach Tikva e do Beitar Jerusalem por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Itay Refaelov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Tomer Revivo passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
As regras permitem-no e dói na mesma. Idan Tairi acertou condições com o Hapoel Tel Aviv para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
14 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Uma média de 7.12 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Maccabi Petach Tikva têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
O Maccabi Petach Tikva perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Almog Dabbur tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
JogoMais uma trazida de fora
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Adar Ratner
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Tem 20 anos, média de 7.15, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Adar Ratner. 3‑1 sobre o Bnei Yehuda, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Haifa fica com o seu homem, e o Maccabi Petach Tikva volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Adar Ratner
Notas dos jogadoresItamar Noy em notas de excelência
A bola do jogo é de Nowaf Bazia, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
Notas dos jogadores03/01/2033
Dor Glazer, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.13
Um 8.13 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 20 anos, média de 7.07, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Maccabi Petach Tikva e o Hapoel Beer Sheva, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
0‑5 frente ao Maccabi Haifa, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Metade do calendário jogado, 8.º lugar, 17 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Uma média de 7.06 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maccabi Petach Tikva sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Aos 20 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Maccabi Petach Tikva vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Henri Duval depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Adar Ratner sai dessa comparação dentro da equipa, e o Maccabi Petach Tikva beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yoav Gerafi, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adi Solomon e o Maccabi Petach Tikva acertam mais 5 anos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Maccabi Petach Tikva disse a José Cortés que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Almog Dabbur não precisou: 8.38, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Maccabi Petach Tikva pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Uma média de 7.03 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Maccabi Petach Tikva têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Almog Dabbur tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
1‑4 frente ao Maccabi Haifa, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Notas dos jogadores01/11/2032
Guy Abada, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.96
Um 7.96 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Henri Duval depois do 1‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yoav Gerafi está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Shon Hemed, e o treinador deixou.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Maccabi Petach Tikva têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Guy Abada tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Guy Abada, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.07
Um 8.07 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Maccabi Petach Tikva nada responderam, o que também é uma resposta.
Um 3‑1 sobre o Hapoel Kfar Saba, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Manor Cohen e o Maccabi Petach Tikva acertam mais 4 anos.
Disseram uma coisa a Guy Abada e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Guy Abada não precisou: 7.75, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Maccabi Petach Tikva perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Notas dos jogadores20/09/2032
Itamar Noy jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.14. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Hapoel Beer Sheva marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adar Ratner está nela.
Foi preciso Itamar Noy marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Hapoel Beer Sheva, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco20/09/2032
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Henri Duval escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
O Maccabi Petach Tikva perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma média de 7.00 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maccabi Petach Tikva sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Guy Abada e o Maccabi Petach Tikva acertam mais 4 anos.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Uma sondagem ao Slovan Bratislava para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Nowaf Bazia não desaparece
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Petach Tikva, e não vai ser retirado.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Maccabi Petach Tikva já telefonou ao Persib. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yoav Gerafi está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Adar Ratner. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Petach Tikva, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Dor Glazer fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Uma média de 7.03 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Maccabi Petach Tikva têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» José Cortés e o Maccabi Petach Tikva acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Maccabi Petach Tikva perguntou e o Hapoel Tel Aviv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma média de 7.00 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Maccabi Petach Tikva têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
O Maccabi Petach Tikva perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Emmanuel Onu tem a sua resposta do Maccabi Petach Tikva; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O Maccabi Petach Tikva já telefonou ao Persib. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Emmanuel Onu lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.00 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maccabi Petach Tikva sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
O Maccabi Petach Tikva perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matan Shechter e o Maccabi Petach Tikva acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Maccabi Petach Tikva já telefonou ao Maccabi Haifa. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Persib para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Maccabi Petach Tikva perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Maccabi Petach Tikva perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O banco14/06/2032
Yoav Gerafi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Petach Tikva dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Adar Ratner. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Maccabi Petach Tikva vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Maccabi Petach Tikva não tem uma boa resposta.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Eitan Melikson deixa o Maccabi Petach Tikva pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Maccabi Petach Tikva perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel24/05/2032
O veredicto de uma época sobre Guy Abada: o melhor da sua idade
O Maccabi Petach Tikva tem um jogador de 19 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
Uma média de 7.00 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Maccabi Petach Tikva têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Omer Weissman está nela.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Nowaf Bazia não desaparece
94 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Maccabi Petach Tikva perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adar Ratner está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Emmanuel Onu lesiona os ligamentos do joelho — 104 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Tem 19 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Petach Tikva sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Guy Abada treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Tem 19 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Omer Weissman está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nir Melikson, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Petach Tikva sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Petach Tikva. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Maccabi Petach Tikva terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Em resumo
PlantelTamir Arbel treina como quem tem algo a provar
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yoav Gerafi está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Adar Ratner. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Emmanuel Onu apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Almog Dabbur treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Maccabi Petach Tikva gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Plantel22/03/2032
Os relatórios de treino sobre Sagiv Glazer não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
José Cortés e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 19 anos do Maccabi Petach Tikva que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Almog Shechter e o Maccabi Petach Tikva acertam mais 4 anos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adar Ratner está nela.
Em resumo
Notas dos jogadoresDor Glazer encarou-os todo o jogo
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Adar Ratner produziu-o, e o 8.37 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.00 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Maccabi Petach Tikva sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Henri Duval foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ofir Levy está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Omer Shirazi subiu nela.
Em resumo
O bancoOmer Weissman tornou-se um homem de confiança do treinador