48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tromso perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tromso falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tromso coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
Notas dos jogadoresUma tarde de defesa para Hakon Meling
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tromso falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tromso coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ludvig Gjertsen lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.91 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tromso coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sander Innvær. 2‑1 sobre o Viking, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Patrick Pedersen e o Tromso acertam mais 3 anos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jens Hjertø-Dahl. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.