Minuto 86, meio estádio já a caminho da saída, e Macaulay Zepa decidiu que ninguém ia a lado nenhum. O Esteghlal Ahvaz não teve tempo para responder.
Notas dos jogadores19/11/2040
Ali Kolahkaj, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.80
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foolad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Foolad sabem-no.
Jhojan De La Cruz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Macaulay Zepa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Mehdi Gholizadeh marcou, foi avaliado com 7.71 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ehsan Taremi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foolad as despedidas começaram em silêncio.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Amin Hosseini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ehsan Taremi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foolad as despedidas começaram em silêncio.
Jhojan De La Cruz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Amin Hosseini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foolad, e não vai ser retirado.
Ali Kolahkaj esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 13 ações, 7.00, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foolad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O negócio que levaria Amir Cheshmi para o Siah Jamegan caiu na fase final e ele reapresenta-se no Foolad com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Toda a gente deixou de fingir: o Persepolis vai fazer a chamada por Macaulay Zepa esta semana. O Foolad tem um número em mente, e o número não é tímido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Amin Hosseini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arshia Sarshogh, e o treinador deixou.
A proposta do Zob Ahan por Mehdi Gholizadeh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foolad, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Foolad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Esteghlal segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Ehsan Taremi está a chegar
Jhojan De La Cruz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Amin Hosseini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foolad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foolad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foolad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foolad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ehsan Taremi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foolad as despedidas começaram em silêncio.
84 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foolad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foolad, e não vai ser retirado.
A proposta do Malavan por Ehsan Taremi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.22 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foolad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foolad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Zob Ahan vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Foolad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foolad, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.16 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jhojan De La Cruz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.22 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
133 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foolad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Gostaresh Foulad vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Notas dos jogadores19/12/2039
Mehdi Sorkhi, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.01
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.01 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Ali Kolahkaj esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Terminou 3‑2, e a tarde foi de Mehdi Sorkhi: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Foolad.
Plantel19/12/2039
Macaulay Zepa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Amin Hosseini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
0‑3 para o Rah Ahan, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Jhojan De La Cruz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 78 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Amin Hosseini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 92 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Amin Hosseini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 99 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Uri Hemed será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foolad as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 113 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ramin Mohammadi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foolad as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Plantel6 caras novas e o Foolad ainda se está a conhecer
MercadoA conversa sobre Ehsan Taremi está a chegar
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 120 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As bancadas20/06/2039
Os adeptos revoltam-se com a venda de Sardar Azmoun por $25.6M
Vai para o Palmeiras, o clube tem $25.6M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
A proposta do Padideh por Amir Gholizadeh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Amin Hosseini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jhojan De La Cruz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mehdi Gholizadeh, e o treinador deixou.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jhojan De La Cruz quer futebol continental; se o Foolad o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foolad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Wilson Eisner e o Foolad acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ehsan Taremi tem a sua resposta do Foolad; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Parham Movaghari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Amin Hosseini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
28 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Ali Kolahkaj esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Plantel28/02/2039
Bater Sardar Azmoun tornou-se o trabalho mais difícil da divisão
12 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Kaveh Mohammadi no seu melhor
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ehsan Taremi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foolad as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Parham Movaghari, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
2 golos em vinte minutos com Jhojan De La Cruz no meio de tudo, e o Saba sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Toda a gente deixou de fingir: o Naft Tehran vai fazer a chamada por Ehsan Taremi esta semana. O Foolad tem um número em mente, e o número não é tímido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
PlantelParsa Jafari desentende-se com um colega por causa das exigências