Mostafa Soliman

Zagueiro - Masr El Makasa
17 Mar 2033
Quinta-feira
Processo

Marcado para Mostafa Soliman

303 Edição

O Correio de Masr El Makasa

17/05/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Masr El Makasa

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

O banco

El Sayed Hegazi: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Masr El Makasa nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Fathy Marwan entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Masr El Makasa podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Só falta a fotografia para Ahmed Aboutrika

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmed Aboutrika será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Masr El Makasa as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Masr El Makasa

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kássio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Mostafa Salah ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A história de Omar Hassan recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Omar Hassan assinar alguma coisa — um contrato no Masr El Makasa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Emad Fathy bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Emad Fathy treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

Mostafa Soliman não se está a ajudar

Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.

Em resumo

Edições anteriores
300 Edição

O Correio de Masr El Makasa

26/04/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Sem esconderijo para o Masr El Makasa

0‑3 frente ao Ghazl El Mahalla, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.

Plantel

7 defesas: Ramadan Trezeguet foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Plantel

Palavras no treino do Masr El Makasa sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kássio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Não há esconderijo para Ramadan Trezeguet

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ramadan Trezeguet, e o treinador deixou.

Direção

Portas fechadas no Masr El Makasa

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

Plantel

Shikabala El Nenny de fora 17 dias

A enfermaria confirma 17 dias de paragem para Shikabala El Nenny, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

Plantel

Mostafa Soliman assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mostafa Soliman e o Masr El Makasa acertam mais 3 anos.

O banco

Interim Coach responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Ali El Wensh

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

Em resumo