151 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo Kutaisi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Torpedo Kutaisi pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Kutaisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
158 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo Kutaisi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo Kutaisi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
22 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo Kutaisi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Sioni vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Torpedo Kutaisi foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.37 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Kutaisi podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Sioni por Daniel Rodríguez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nota de 7.57. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Kutaisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nodar Lominadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais um nome na lista: o Guria fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Beka Mikautadze. A resposta do Torpedo Kutaisi não mudou — para já.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo Kutaisi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Minuto 93. Irakli Chakvetadze encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Dinamo Batumi passou do ponto ao nada num só movimento.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Kutaisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nodar Lominadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Irakli Chakvetadze tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo Kutaisi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo Kutaisi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Kutaisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nodar Lominadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ulíses López, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ulíses López. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Ante Majer lesiona os ligamentos do joelho — 134 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 134 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Sioni por Daniel Rodríguez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kasper Hojbjerg será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo Kutaisi as despedidas começaram em silêncio.
O negócio que levaria Henrik Dalsgaard para o Chikhura caiu na fase final e ele reapresenta-se no Torpedo Kutaisi com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Ulíses López esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelNodar Lominadze desentende-se com um colega por causa das exigências
A proposta do Lokomotivi por Leonel Jaime foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.09 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Kutaisi, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo Kutaisi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ulíses López esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/08/2039
Nodar Lominadze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nodar Lominadze, e o treinador deixou.
35 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo Kutaisi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ulíses López esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ações defensivas: 22, e a baliza a zero no final. As melhores tardes de um central parecem não ter nada dentro, e é exatamente esse o ponto.
Plantel11/04/2039
Nodar Lominadze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Kutaisi, e não vai ser retirado.
A proposta do Dinamo Batumi por Stéphane Robert foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Kutaisi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nodar Lominadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Torpedo Kutaisi vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel17/01/2039
Ulíses López tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo Kutaisi dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.