“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manuel Noreci, e o treinador deixou.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
O banco05/11/2035
Faton Neziri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Antevisão05/11/2035
O Dinamo City mede-se com a equipa que todos perseguem
O Skënderbeu Korçë chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Aos 19 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Rinaldo Beqja
MercadoA história de Arli Marqeshi recusa-se a morrer
8 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Vllaznia Shkodër. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 33 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Tomas Zekaj tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um toque que não queria e um golo que entra no livro com o nome dele ao lado. O Dinamo City não o vai culpar esta noite, e ele não vai precisar que o façam.
Verba acordada, salário acordado, e o Teuta Durrës à espera com uma camisola. No Dinamo City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gjergji Qaqi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo City as despedidas começaram em silêncio.
$13.0K em cima da mesa do Iliria Fushë-Krujë. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Drilon Mati esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.01 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dinamo City sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo City sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Verba acordada, salário acordado, e o Vllaznia Shkodër à espera com uma camisola. No Dinamo City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O negócio que levaria Drilon Mati para o Teuta Durrës caiu na fase final e ele reapresenta-se no Dinamo City com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Drilon Mati esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.01 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Dinamo City têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Perguntou-se ao Korabi Peshkopi se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Skënderbeu Korçë para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dinamo City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não um mês, não uma série — uma época inteira a ser o melhor futebolista de 21 anos que alguém nesta divisão podia pôr em campo. Este é o galardão que será referido durante o resto da sua carreira.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Herald Mali, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ariel Kuka lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lorenco Vila e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.01 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Dinamo City têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lorenco Vila assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Dinamo City pode pedir e sobe o salário que Gjergji Qaqi pode exigir.
Em resumo
O bancoTomas Zekaj pede uma conversa com o treinador
Drilon Mati esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.01 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dinamo City sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aizak Gruda e o Dinamo City acertam mais 3 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lorenco Vila assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo City podem fingir não ter ouvido.
Lorenco Vila e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.01 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Dinamo City têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igli Koca, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Panajot Fangaj está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lorenco Vila assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dinamo City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo City, e não vai ser retirado.
Lorenco Vila e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.01 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dinamo City sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lorenco Vila assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Verba acordada, salário acordado, e o Flamurtari à espera com uma camisola. No Dinamo City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 23 ações combinadas e uma nota de 6.89, e nenhuma delas entrará num resumo.
Tem 21 anos, média de 7.01, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco29/01/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Sinan Dani está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Odion Ogunjobi está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Mousa Tielemans está em marcha
Verba acordada, salário acordado, e o AF Elbasani à espera com uma camisola. No Dinamo City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Drilon Mati e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mercado15/01/2035
Tão perto: a transferência de Adnard Krajka morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O AF Elbasani seguiu em frente, Adnard Krajka apresenta-se de volta no Dinamo City, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Disseram uma coisa a Drilon Mati e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo City podem fingir não ter ouvido.
Lorenco Vila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Arli Marqeshi. 2‑1 sobre o Iliria Fushë-Krujë, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Arli Marqeshi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo City, e não vai ser retirado.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Dinamo City beneficiou disso.
Tem 21 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
0‑1 para o Vllaznia Shkodër, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco01/01/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoArli Marqeshi tornou-se um homem de confiança do treinador
Lorenco Vila e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores25/12/2034
Arli Marqeshi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.46. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Notas dos jogadores25/12/2034
Rinaldo Beqja fez o trabalho que ninguém conta — 7.32
9 ações combinadas e 7.32. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gjergji Qaqi, e o treinador deixou.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 2‑2, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em Dinamo City, 86% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Avaliado com 7.19. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco11/12/2034
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Dinamo City também ninguém o escondia.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Kukësi.
Plantel11/12/2034
Um jovem do Dinamo City leva o prémio de melhor sub-21
Murselo Nela tem 19 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Apolonia Fier defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Lorenco Vila não desaparece
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rinaldo Beqja não precisou: 7.86, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Uma média de 7.00 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Dinamo City têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores04/12/2034
Arli Marqeshi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.01. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Lorenco Vila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco13/11/2034
Faton Neziri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 18 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rinaldo Beqja não precisou: 7.61, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Dinamo City e do Egnatia Rrogozhinë por igual; os restantes divertiram-se imenso.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Dinamo City que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aizak Gruda, e o treinador deixou.
O banco06/11/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑4, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Rinaldo Beqja sai dessa comparação dentro da equipa, e o Dinamo City beneficiou de cada uma dessas tardes.
Em resumo
O bancoArli Marqeshi tornou-se um homem de confiança do treinador
Rinaldo Beqja, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.01
Um 8.01 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Lorenco Vila e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco30/10/2034
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Dinamo City também ninguém o escondia.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Alessandro Kacbufi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Dinamo City a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
O banco30/10/2034
Panajot Fangaj tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rinaldo Beqja não precisou: 7.87, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Arli Marqeshi e o Dinamo City acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Isi Manellari: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Dinamo City a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco09/10/2034
Arli Marqeshi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aos 18 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lorenco Vila. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 12 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O Bylis fechou tudo por 1‑3. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.
Notas dos jogadores02/10/2034
Elson Kotobelli, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.20
Um 8.20 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Lorenco Vila e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Elson Kotobelli. 1‑0 sobre o Vllaznia Shkodër, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Dinamo City vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
12 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Donat Aleksi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Bruno Maksuti passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Isti Pergjoni passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Elson Kajolli passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Em resumo
DireçãoA direcção do Dinamo City volta atrás com a palavra
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Dinamo City fez a parte difícil com o Laçi, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rinaldo Beqja, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Kastrioti Krujë para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo City já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lorenco Vila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma sondagem ao Skënderbeu Korçë para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Faton Neziri está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ysni Ismaili. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoRinaldo Beqja pede uma conversa com o treinador
DireçãoA formação do Dinamo City continua a produzir
Verba acordada, salário acordado, e o Egnatia Rrogozhinë à espera com uma camisola. No Dinamo City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo City podem fingir não ter ouvido.
Perguntou-se ao Teuta Durrës se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco10/07/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gjergji Qaqi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Qaka, e o treinador deixou.
Não um mês, não uma série — uma época inteira a ser o melhor futebolista de 20 anos que alguém nesta divisão podia pôr em campo. Este é o galardão que será referido durante o resto da sua carreira.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Dinamo City aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
A camisola ainda lhe serve. Igli Koca está de volta ao Dinamo City, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Drilon Mati e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Faton Neziri está nela.
Aos 20 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Dinamo City vai tentar não fazer disso um caso.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Rinaldo Beqja está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O banco06/03/2034
Faton Neziri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo City sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Dinamo City perguntou e o Korabi Peshkopi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arli Marqeshi está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco20/02/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gjergji Qaqi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Bakary Goudiaby. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
5.º lugar com 34 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 34 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Notas dos jogadores13/02/2034
Rinaldo Beqja, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.52
Um 8.52 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Tirana; o Dinamo City volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Adnard Krajka regressa a Dinamo City com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 17 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
PlantelUm jovem do Dinamo City leva o prémio de melhor sub-21
MercadoA história de Lorenco Vila recusa-se a morrer
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo City já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Elson Buxhelaj será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo City as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Dinamo City fez a parte difícil com o Korabi Peshkopi, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Flamur Maksuti tem a sua resposta do Dinamo City; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco23/01/2034
Arli Marqeshi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rinaldo Beqja não precisou: 8.47, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Dinamo City perguntou e o Laçi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Rinaldo Beqja tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Dinamo City que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.