34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bristol Rovers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O aperto de mão com o West Ham United está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bristol Rovers, e não vai ser retirado.
O Bristol Rovers ofereceu $6.6M; o Liverpool disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Bristol Rovers perguntou e o Aston Villa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Thomas Phillips lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bristol Rovers podem fingir não ter ouvido.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aaron Páez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bristol Rovers as despedidas começaram em silêncio.
O Manchester City queria mais do que $2.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Robert Silaghi e o Bristol Rovers acertam mais 2 anos.
O Bristol Rovers perguntou e o Crystal Palace disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Bristol Rovers sobre quem trabalha
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bristol Rovers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Bristol Rovers está a esgotar-se.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bristol Rovers perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Manchester City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$2.4M era o máximo que o clube pagaria, e o Sheffield United pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Patrik Lakomý será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bristol Rovers as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Bristol Rovers foi ao Arsenal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bristol Rovers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bristol Rovers podem fingir não ter ouvido.
Jogo24/02/2035
Não se vê o fim da espera do Bristol Rovers por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Bristol Rovers tem de arrancar um resultado de algum lado.
Robert Silaghi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/02/2035
Jakub Klisch consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jakub Klisch acabou de assinar pelo Bristol Rovers e, por uma vez, a resposta importava.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Bristol Rovers sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jack Shaw estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bristol Rovers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bristol Rovers podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paul Brown será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bristol Rovers as despedidas começaram em silêncio.
O Bristol Rovers ofereceu $500.0K; o Brentford disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bristol Rovers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bristol Rovers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Patrik Lakomý produziu-o, e o 8.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bristol Rovers, e não vai ser retirado.
Matty Cash esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Owami Dlamini regressa a Bristol Rovers com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
$520.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Aston Villa pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel12/02/2035
Charlie Hall consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Charlie Hall acabou de assinar pelo Bristol Rovers e, por uma vez, a resposta importava.
O Wigan Athletic vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Arthur Gregory pré-acordou a mudança para o Bristol Rovers, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bristol Rovers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marko Brey será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bristol Rovers as despedidas começaram em silêncio.
Verba acordada, salário acordado, e o Bolton Wanderers à espera com uma camisola. No Bristol Rovers ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
O Tottenham queria mais do que $2.6M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Em resumo
Alvos de mercadoO mercado fecha em cima do negócio de Yunus Emre Konak
Alvos de mercadoUma proposta de $500.0K por Michael Mills
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bristol Rovers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Finley Munroe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bristol Rovers as despedidas começaram em silêncio.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bristol Rovers perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Burnley queria mais do que $7.9M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Bristol Rovers perguntou e o Wolverhampton disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Bristol Rovers foi ao West Ham United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bristol Rovers, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Aston Villa, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bristol Rovers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Bristol Rovers foi ao Burnley com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bristol Rovers podem fingir não ter ouvido.
O Bristol Rovers foi ao Tottenham com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bristol Rovers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/01/2035
Uma transferência que Dorian Mfuti teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Dorian Mfuti está a viver essa versão no Bristol Rovers, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Bristol Rovers ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.