Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
Plantel03/12/2040
Samuel Clark lesiona os ligamentos do joelho — 134 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 134 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rayan Kolli produziu-o, e o 8.93 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Queens Park Rangers tem de arrancar um resultado de algum lado.
1 para Ronnie Edwards, avaliado com 7.28, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queens Park Rangers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
0‑3 para o West Ham United, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queens Park Rangers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Queens Park Rangers tem de arrancar um resultado de algum lado.
Kwame Poku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queens Park Rangers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 13 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Chelsea segue em frente e o Queens Park Rangers vai para casa, com um 1‑4 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
1-4, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queens Park Rangers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Maiga-Hamadoun Cissé marcou, foi avaliado com 7.74 e voltou antes de alguém dar pela falta.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ronnie Edwards e o Queens Park Rangers acertam mais 2 anos.
Kieran Morgan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queens Park Rangers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 93 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.99 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oleksandr Rosputko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
Kieran Morgan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
1 para Maiga-Hamadoun Cissé, avaliado com 7.85, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kwame Poku e o Queens Park Rangers acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Allen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
Kwame Poku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Rayan Kolli
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queens Park Rangers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kealey Adamson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Queens Park Rangers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Queens Park Rangers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queens Park Rangers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kieran Morgan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 55 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 76 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Queens Park Rangers está a esgotar-se.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queens Park Rangers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kieran Morgan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 83 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/07/2040
Ronnie Edwards desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Queens Park Rangers, mais uma semana sem a assinatura de Angelos Samaris.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Queens Park Rangers está a esgotar-se.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Allen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
Kwame Poku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queens Park Rangers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/05/2040
Ronnie Edwards desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Christopher Matthews treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Richard Atkinson pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Queens Park Rangers beneficiou disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/05/2040
Ronnie Edwards desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Ronnie Edwards está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dilane Bakwa assinar alguma coisa — um contrato no Queens Park Rangers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. John Lawrence produziu-o, e o 8.72 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.84 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Allen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/04/2040
Ronnie Edwards desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queens Park Rangers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
25 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/04/2040
Ronnie Edwards desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um 1‑0 sobre o West Ham United, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Queens Park Rangers lida com um homem que quer outro país.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Bristol City continuou a vir porque nada o travou, e ao Queens Park Rangers vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/03/2040
Ronnie Edwards desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queens Park Rangers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/02/2040
Ronnie Edwards desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um 1‑0 sobre o Nottingham Forest, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Queens Park Rangers, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Kwame Poku ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 95. Kwame Poku encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Rotherham United passou do ponto ao nada num só movimento.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kwame Poku produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.99 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queens Park Rangers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/02/2040
Ronnie Edwards desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Wolverhampton continuou a vir porque nada o travou, e ao Queens Park Rangers vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. John Lawrence produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
Plantel30/01/2040
Uma lesão muscular afasta Dilane Bakwa durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Queens Park Rangers vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Allen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/01/2040
Ronnie Edwards desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queens Park Rangers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Queens Park Rangers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel02/01/2040
Ronnie Edwards desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Queens Park Rangers foi explícito quanto à situação de Tomás Esteves, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
Notas dos jogadoresJohn Lawrence encarou-os todo o jogo
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Interim Coach a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
50 jogos ao longo de 14 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Interim Coach recitou-a na perfeição.
Notas dos jogadores05/12/2039
Dilane Bakwa, 37 anos, faz recuar o relógio — 8.04
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.04 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
1 para Ronnie Edwards, avaliado com 7.77, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Queens Park Rangers está a esgotar-se.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Allen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
Kwame Poku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maksim Pavlov e o Queens Park Rangers acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: John Lawrence. 2‑1 sobre o Charlton Athletic, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Kieran Morgan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Queens Park Rangers lida com um homem que quer outro país.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dilane Bakwa. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Queens Park Rangers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Allen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
Kwame Poku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dilane Bakwa produziu-o, e o 7.99 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O golo que pôs o Middlesbrough na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Queens Park Rangers empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Queens Park Rangers está a esgotar-se.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Queens Park Rangers toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queens Park Rangers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dilane Bakwa e o Queens Park Rangers acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Queens Park Rangers, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Queens Park Rangers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Allen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. McCartney Woodhouse pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Kieran Morgan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
283 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Queens Park Rangers está a esgotar-se.
Kwame Poku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronnie Edwards está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Italo acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Queens Park Rangers substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Em resumo
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