Alan Ramos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Uriel Salcedo, e o treinador deixou.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 13 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chiapas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ángel Rico lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Erick Gutierrez agarrou este contra o Veracruz. 3‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Chiapas.
0‑3 para o Tijuana, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 8.41 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cesar Blackman, e o treinador deixou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Daniel Vega tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Nestor Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A raiva no Chiapas transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Posição 17 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chiapas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Chiapas sobre quem trabalha
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chiapas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Queretaro por Hector Moreno foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Daniel Herrera acabou de assinar pelo Chiapas e, por uma vez, a resposta importava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lucas Di Yorio e o Chiapas acertam mais 2 anos.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Hector Moreno tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.