Não há pior forma de perder um futebolista. James Wilson pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Plymouth Argyle coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/02/2035
Stephy Mavididi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Plymouth Argyle perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Plymouth Argyle falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Plymouth Argyle ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Egil Selvik esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Plymouth Argyle não tinha no outono.
Plantel17/04/2034
Stephy Mavididi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Plymouth Argyle perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Oldham Athletic vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Plymouth Argyle foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Plymouth Argyle falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Plymouth Argyle ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lorent Tolaj esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo08/04/2034
O Plymouth Argyle torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Plantel10/04/2034
Luka Vušković desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Plymouth Argyle perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Plymouth Argyle falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Egil Selvik esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vušković está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nahuel Bazán quer futebol continental; se o Plymouth Argyle o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Jogo01/04/2034
O Plymouth Argyle torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Plymouth Argyle perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Plymouth Argyle falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ángelo Rivas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Plymouth Argyle as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Plymouth Argyle coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stephy Mavididi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Nahuel Bazán
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Plymouth Argyle perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Plymouth Argyle falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adam Brett será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Plymouth Argyle as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Plymouth Argyle coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Vušković está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Anthony Edwards lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Plymouth Argyle falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.16 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Plymouth Argyle coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/03/2034
Luka Vušković desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um toque que não queria, um ressalto impossível de ler e o seu nome na coluna errada. Depois disto não há consolo, e no Plymouth Argyle não o vão tentar esta noite.
Anthony Edwards lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Plymouth Argyle falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.41 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Plymouth Argyle pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os balanços não querem saber de forma nem de à volta de quem o treinador tencionava construir. A direção decidiu que é precisa uma venda, e só falta saber que nome acaba por carregá-la.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Stephy Mavididi e o Plymouth Argyle acertam mais 2 anos.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 14 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.