Bassem Warda

Atacante - Heracles
26 Jun 2033
Domingo
Processo

Marcado para Bassem Warda

356 Edição

A Sentinela de Heracles

23/05/2033
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Robin van Cruijsen de fora 44 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Heracles falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Jesper Tielemans tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Heracles já falam dele no passado.

Direção

O Heracles vai perder Jesper Tielemans de graça

Não há pior forma de perder um futebolista. Jesper Tielemans pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.

Plantel

Palavras no treino do Heracles sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alessio Buttaro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Não há esconderijo para Divaio Bobson

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Divaio Bobson, e o treinador deixou.

Plantel

Renild Kasemi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Heracles coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Diego Osorio pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

Bassem Warda, 20 anos, é o melhor jovem do fim de semana

Medido contra todos os outros miúdos da divisão, e o primeiro entre eles. O prémio de sénior é onde o Heracles gostava que isto fosse dar.

Mercado

A história de Alessio Buttaro recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alessio Buttaro assinar alguma coisa — um contrato no Heracles ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

Edições anteriores
355 Edição

A Sentinela de Heracles

16/05/2033
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Robin van Cruijsen de fora 51 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Heracles falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Jogo

O Heracles termina no 5.º lugar

72 pontos, e a época já tem um número. Seja o que for que se sentiu por dentro, é assim que vai ficar num livro.

Notas dos jogadores

Bassem Warda, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.71

Um 7.71 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Plantel

Diego Osorio em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Heracles coisas que levam mais de uma semana a retirar.

As bancadas

Um dos seus: Bassem Warda

Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Jogo

Heracles cumpre diante do Zwolle

Um 2‑0 sobre o Zwolle, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Mercado

O Heracles promove Rick Lang de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Rick Lang passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

Memphis Strootman sobe da formação do Heracles

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Memphis Strootman está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

O Heracles promove Joel Depay de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Joel Depay passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Em resumo

287 Edição

O Correio de El Dakhleya

26/01/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

A raiva no El Dakhleya transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Jogo

A espera do El Dakhleya continua

Já são 9 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Moutaz Neffati

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O El Dakhleya fez a parte difícil com o Al Ahly, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Alvos de mercado

O Al Ahly avisa o El Dakhleya: Lamine Bèye não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Palavras no treino do El Dakhleya sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moaz Ateya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Troca de palavras no El Dakhleya

Mohamed Magdy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Alaa Ghram está em marcha

O El Dakhleya já telefonou ao Al Ahly. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Alvos de mercado

O El Dakhleya tenta El Hadj Mané por empréstimo

Perguntou-se ao Zamalek se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Jogo

Bassem Warda salva um ponto para o El Dakhleya

Foi preciso Bassem Warda marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Police Union, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

Em resumo

  • O banco O veredicto do treinador
  • O banco Bassem Warda bate à porta do treinador
  • O banco Karim Ragab é escolhido quando conta
285 Edição

O Correio de El Dakhleya

12/01/2032
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Uma sova para o El Dakhleya

Derrota por 0‑3 com o Zamalek, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.

Mercado

Bassem Warda pede para sair do El Dakhleya

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

A espera do El Dakhleya continua

Já são 7 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Jogo

Os golos abandonaram o El Dakhleya

6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no El Dakhleya sabe dizer em que semana.

Plantel

Wasiu Jimoh em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no El Dakhleya coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Nenhuma baliza a zero à vista para o El Dakhleya

Já vão 5 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.

Alvos de mercado

O Smouha avisa o El Dakhleya: Ebuka Okeke não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

Não há esconderijo para Wasiu Jimoh

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wasiu Jimoh, e o treinador deixou.

Plantel

El Dakhleya perde Meshack Omukhulu

32 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

Em resumo

281 Edição

O Correio de El Dakhleya

15/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Uma sova para o El Dakhleya

Derrota por 0‑4 com o Ghazl El Mahalla, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.

Mercado

Bassem Warda põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do El Dakhleya, e não vai ser retirado.

Plantel

8 defesas: Favour Bala foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Plantel

Moaz Ateya desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Hamza Shaheen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Ninguém saiu depressa do balneário de El Dakhleya

A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Karim Mohsen saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

Bassem Warda bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bassem Warda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

Quando importa, Ayuba Mukhtar joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

280 Edição

O Correio de El Dakhleya

08/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Para o El Dakhleya, cada ponto é agora uma discussão

Posição 16 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.

Plantel

Favour Bala sozinho contra todos

7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Plantel

Palavras no treino do El Dakhleya sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moaz Ateya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Tarde má para o El Dakhleya diante do ENPPI

0‑1 para o ENPPI, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

O treinador faz de Bassem Warda um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Um desentendimento no El Dakhleya

Mohamed Magdy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Karim Mohsen: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Bassem Warda

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Bassem Warda sai dessa comparação dentro da equipa, e o El Dakhleya beneficiou de cada uma dessas tardes.

O banco

Karim Ragab é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karim Ragab está nela.

Em resumo

279 Edição

O Correio de El Dakhleya

01/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

A raiva no El Dakhleya transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Jogo

Petrojet leva os pontos ao El Dakhleya

Derrota por 2‑3, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no El Dakhleya

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moaz Ateya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Favour Bala ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Sem tempo para o Petrojet assentar

O golo que pôs o Petrojet na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o El Dakhleya empatou, 2 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.

Plantel

Troca de palavras no El Dakhleya

Mohamed Magdy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Karim Mohsen: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 2‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

Uma promessa cumprida no El Dakhleya

Disseram uma coisa a Karim Ragab e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

Plantel

Bassem Warda, 19 anos, é o melhor jovem do fim de semana

Medido contra todos os outros miúdos da divisão, e o primeiro entre eles. O prémio de sénior é onde o El Dakhleya gostava que isto fosse dar.

Em resumo

277 Edição

O Correio de El Dakhleya

17/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Bassem Warda põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do El Dakhleya, e não vai ser retirado.

Plantel

Moaz Ateya desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Os ânimos aquecem no El Dakhleya

Hossam Ghaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Quando importa, Ayuba Mukhtar joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Omar Salah ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

O banco

O treinador faz uma promessa a Ayuba Mukhtar

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no El Dakhleya. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

Ahmed Hassan está farto do banco

«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o El Dakhleya terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.

O banco

Meshack Omukhulu bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em El Dakhleya, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Direção

Em El Dakhleya continuam a sair

48 formados de uma academia agora avaliada em 4 em 20. Um clube deste tamanho não sobrevive de outra maneira, e na cidade sabem todos os nomes.

Em resumo

276 Edição

O Correio de El Dakhleya

10/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Mohamed Magdy sozinho contra todos

15 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Jogo

El Dakhleya cai para o lugar 16

5 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no El Dakhleya

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moaz Ateya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Smouha leva os pontos ao El Dakhleya

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

O treinador faz de Bassem Warda um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Meshack Omukhulu já não é o jogador que era

Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.

Plantel

Omar Salah assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Omar Salah compromete-se com o El Dakhleya por mais 3 anos.

O banco

Karim Mohsen responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Mercado

Não há lugar para Abdelnasr Mohamed no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Abdelnasr Mohamed tem a sua resposta do El Dakhleya; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

Em resumo

275 Edição

O Correio de El Dakhleya

03/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do El Dakhleya

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Plantel

Moaz Ateya desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Bassem Warda é o melhor jovem do mês na divisão

Aos 19 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No El Dakhleya vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.

Jogo

O El Dakhleya apanhado aos 90 minutos

O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Wadi Degla marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.

O banco

Hamza Shaheen continua a pagar por uma tarde no El Dakhleya

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Karim Kahraba

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Karim Kahraba sai dessa comparação dentro da equipa, e o El Dakhleya beneficiou de cada uma dessas tardes.

Jogo

Igualdade entre El Dakhleya e Wadi Degla

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

Plantel

Wasiu Jimoh perde a braçadeira

A capitania foi retirada a Wasiu Jimoh. O El Dakhleya vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Karim Mohsen escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.

Em resumo

274 Edição

O Correio de El Dakhleya

27/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Sem esconderijo para o El Dakhleya

1‑4 frente ao Ismaily, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.

Plantel

Moaz Ateya desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Conversa séria no El Dakhleya

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

Plantel

Favour Bala oferece um golo

Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑4 Karim Mohsen saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

Favour Bala ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

O banco

Não há esconderijo para Abdelnasr Mohamed

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdelnasr Mohamed, e o treinador deixou.

O banco

Bassem Warda pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

Bassem Warda é o melhor jovem do fim de semana

Aos 19 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.

Em resumo

273 Edição

O Correio de El Dakhleya

20/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Favour Bala sozinho contra todos

12 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Mercado

Bassem Warda pede para sair do El Dakhleya

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

O El Dakhleya acaba com a espera diante do Haras El Hodoud

Já ia em 12 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Bassem Warda — 8.39

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bassem Warda produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Plantel

Moaz Ateya desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Bassem Warda faz a diferença pelo El Dakhleya contra o Haras El Hodoud

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bassem Warda. 2‑1 sobre o Haras El Hodoud, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

As bancadas

Os adeptos do El Dakhleya encontraram um ídolo em Bassem Warda

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Bassem Warda tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

O banco

O treinador faz de Ayuba Mukhtar um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Mohamed Magdy em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no El Dakhleya coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Em resumo

272 Edição

O Correio de El Dakhleya

13/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no El Dakhleya

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moaz Ateya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Karim Ragab é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karim Ragab está nela.

Mercado

Não há lugar para Meshack Omukhulu no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Meshack Omukhulu tem a sua resposta do El Dakhleya; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

O banco

Karim Tarek continua a pagar por uma tarde no El Dakhleya

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

Antevisão

Um reencontro para Ibrahim Abdelhakim

Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Haras El Hodoud com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.

O banco

Karim Ragab bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Karim Ragab treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A história de Wasiu Jimoh recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Wasiu Jimoh assinar alguma coisa — um contrato no El Dakhleya ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Mercado

Bassem Warda está na montra

O El Dakhleya fez saber ao mercado que Bassem Warda está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.

Mercado

El Dakhleya e Shikabala El Nenny falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Em resumo

269 Edição

O Correio de El Dakhleya

22/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Não se vê o fim da espera do El Dakhleya por uma vitória

Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no El Dakhleya tem de arrancar um resultado de algum lado.

Jogo

El Dakhleya eliminado da taça

O Police Union fechou tudo por 1‑2. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.

Mercado

Bassem Warda entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que El Dakhleya podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Favour Bala sozinho contra todos

8 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Plantel

Moaz Ateya desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

El Dakhleya fica aquém diante do Al Gaish

O Al Gaish levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

O treinador faz de Bassem Warda um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Karim Mohsen a uma sala que já as tinha ouvido.

Notas dos jogadores

Omar Salah dá-a de graça

Não tinha pressão nenhuma nem lugar onde ir. O El Dakhleya sofreu um golo por uma decisão de meio segundo que se vai comentar toda a semana.

Em resumo

268 Edição

O Correio de El Dakhleya

15/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

8 jogos sem vencer para o El Dakhleya

A série chega a 8 e as perguntas em torno do El Dakhleya já não são delicadas.

Plantel

6 defesas: Favour Bala foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no El Dakhleya

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moaz Ateya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Sem tempo para o Police Union assentar

O golo que pôs o Police Union na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o El Dakhleya empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.

Plantel

Ibrahim Hegazi fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ibrahim Hegazi e o El Dakhleya acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Jogo

El Dakhleya e Police Union levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

Notas dos jogadores

Ahmed Wahid passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 14. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Karim Mohsen escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.

O banco

Karim Ragab tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no El Dakhleya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

267 Edição

O Correio de El Dakhleya

08/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

A raiva no El Dakhleya transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Mercado

Bassem Sobhi põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do El Dakhleya, e não vai ser retirado.

Alvos de mercado

Khaled Al-Nabris não vem para o El Dakhleya

As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Ismaily ninguém diz, e no El Dakhleya ninguém gosta de estar a adivinhar.

Plantel

Wasiu Jimoh fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Wasiu Jimoh e o El Dakhleya acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Alvos de mercado

O El Dakhleya leva uma nega por João Andrade

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Gaish fica com o seu homem, e o El Dakhleya volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Moaz Ateya desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Alvos de mercado

O relógio ganha ao El Dakhleya a corrida por Ebuka Okeke

O relógio fez o que o Smouha não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.

Mercado

El Dakhleya e Ibrahim Abdelhakim falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Bassem Warda bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bassem Warda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

265 Edição

O Correio de El Dakhleya

25/08/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Uma sova para o El Dakhleya

Derrota por 0‑3 com o Zamalek, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.

Mercado

Bassem Warda pede para sair do El Dakhleya

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

6 jogos sem vencer para o El Dakhleya

A série chega a 6 e as perguntas em torno do El Dakhleya já não são delicadas.

Plantel

Favour Bala sozinho contra todos

6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Jogo

O El Dakhleya não encontra a baliza

4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

Plantel

Wasiu Jimoh em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no El Dakhleya coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

Porta fechada: Saidu Salisu fica onde está

O El Dakhleya perguntou e o Ittihad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Palavras no treino do El Dakhleya sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moaz Ateya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Favour Bala ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

261 Edição

O Correio de El Dakhleya

28/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Karim Tarek pede para sair do El Dakhleya

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

Uma proposta de $370.0K por Khaled Al-Nabris

O El Dakhleya foi ao Ismaily com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Plantel

Ahmed Wahid fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ahmed Wahid e o El Dakhleya acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Alvos de mercado

O El Masry avisa o El Dakhleya: Omar Kamel não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Palavras no treino do El Dakhleya sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moaz Ateya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Um desentendimento no El Dakhleya

Mohamed Atef e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

O treinador faz de Omar Salah um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Kwame Schlupp é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kwame Schlupp está nela.

O banco

Karim Ragab bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em El Dakhleya, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo