Lachlan Harris

Volante - Melbourne City U18
22 Mar 2033
Terça-feira
Processo

Marcado para Lachlan Harris

332 Edição

A Gazeta de Melbourne City

06/12/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Lachlan Harris fora por 15 dias

15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Melbourne City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

O banco

Hayden Matthews diz que o Melbourne City não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Melbourne City por uma vitória

Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Melbourne City tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Troca de palavras no Melbourne City

Sipho Ngqakabana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Palavras no treino do Melbourne City sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tumi Bowes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Melbourne City e Lamine Diaby Fadiga

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Melbourne City, mais uma semana sem a assinatura de Lamine Diaby Fadiga.

O banco

Lamine Diaby Fadiga é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lamine Diaby Fadiga está nela.

Jogo

Melbourne City e Melbourne Victory levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

Meio satisfeito: Tyler Holmes sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

Em resumo

Edições anteriores
331 Edição

A Gazeta de Melbourne City

29/11/2032
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Lachlan Harris

22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Melbourne City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Melbourne City por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Melbourne City tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Melbourne City

Joshua Rawlins esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Central Coast Mariners leva os pontos ao Melbourne City

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

Nathan Amanatidis ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Conversa séria no Melbourne City

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

Mercado

A história de Bailey Walsh recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bailey Walsh assinar alguma coisa — um contrato no Melbourne City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

James MacDonald assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» James MacDonald compromete-se com o Melbourne City por mais 3 anos.

O banco

Tyler Holmes: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Em resumo

330 Edição

A Gazeta de Melbourne City

22/11/2032
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Os ânimos aquecem no Melbourne City

Joe Bell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Não há esconderijo para Alex Nassiep

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alex Nassiep, e o treinador deixou.

Jogo

Melbourne City fica aquém diante do Wellington Phoenix

O Wellington Phoenix levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Tumi Bowes desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Ninguém saiu depressa do balneário de Melbourne City

A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.

O banco

Tyler Holmes: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

Nathan Clark fica de fora após uma má fase

A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.

O banco

Tito Tito Yormie Jr. é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tito Tito Yormie Jr. está nela.

Antevisão

Gianni Stensness regressa para defrontar o Central Coast Mariners

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Gianni Stensness: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Melbourne City a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo