Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Volna Pinsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Volna Pinsk que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Dzmitry Filipenko está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Volna Pinsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Há uma impotência muito própria em sofrer 3 vezes antes do minuto vinte. O Lida tentou reorganizar-se, o Volna Pinsk não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Plantel30/08/2038
Oleg Petrovskiy tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Volna Pinsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Volna Pinsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Volna Pinsk, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Volna Pinsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Marek Kruglov sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
Em resumo
PlantelO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Marek Kruglov
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Volna Pinsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Dzmitry Filipenko não precisou: 7.82, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Volna Pinsk podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Volna Pinsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Volna Pinsk e do Orsha por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑1 para o Slonim, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel02/08/2038
Oleg Petrovskiy tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Volna Pinsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Dzmitry Filipenko não precisou: 7.83, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andrei Filipenko. 2‑1 sobre o Dnepr Mogilev, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Andrei Filipenko tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vitaliy Nekhaichik, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
6 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Oleg Petrovskiy sai dessa comparação dentro da equipa, e o Volna Pinsk beneficiou de cada uma dessas tardes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Dzmitry Filipenko não precisou: 8.08, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
2‑2, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
Plantel28/06/2038
Sergei Signevich desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/06/2038
Mikita Dragun tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Volna Pinsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dzmitry Filipenko e o Volna Pinsk acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel17/05/2038
Sergei Signevich desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Volna Pinsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Oleg Petrovskiy e o Volna Pinsk acertam mais 2 anos.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Volna Pinsk que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Volna Pinsk, e não vai ser retirado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andrei Filipenko. 2‑1 sobre o Dnepr Mogilev, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.62, e nem uma objeção no estádio.
Plantel26/04/2038
Palavras no treino do Volna Pinsk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergei Signevich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel26/04/2038
Marek Kruglov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Volna Pinsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Volna Pinsk têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Patrick De Ligt
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrei Klimovich, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
1‑2 frente ao Arsenal Dzerzhinsk, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Jogo03/04/2038
Não se vê o fim da espera do Volna Pinsk por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Volna Pinsk tem de arrancar um resultado de algum lado.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Vadzim Arlouski não precisou: 8.14, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anton Susha, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel05/04/2038
Sergei Signevich desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Andrei Filipenko está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Em resumo
PlantelOleg Petrovskiy tornou-se um homem de confiança do treinador
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Vitaliy Nekhaichik compromete-se com o Volna Pinsk por mais 3 anos.
Plantel15/03/2038
Palavras no treino do Volna Pinsk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergei Signevich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Mercado01/03/2038
Tão perto: a transferência de Vitaliy Klimovich morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Slavia Mozyr seguiu em frente, Vitaliy Klimovich apresenta-se de volta no Volna Pinsk, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
41 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel01/03/2038
Marek Kruglov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Volna Pinsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Volna Pinsk ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Volna Pinsk, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoO mercado disse que não: Vadzim Arlouski fica onde está
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Volna Pinsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel22/02/2038
Sergei Signevich desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel22/02/2038
Mikita Dragun tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Volna Pinsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Volna Pinsk, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.24 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Volna Pinsk têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel23/11/2037
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Uladzimir Dragun
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
290 jogos ao longo de 11 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vitaliy Klimovich será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Volna Pinsk as despedidas começaram em silêncio.
Andrei Filipenko, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.06
Um 8.06 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 21 anos, média de 7.18, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Notas dos jogadores17/08/2037
Viktar Malevich jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.42. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
21 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Dzmitry Filipenko tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um 2‑0 sobre o Belshina, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel17/08/2037
Sergei Signevich desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pavel Nekhaichik e o Volna Pinsk acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mikita Dragun e o Volna Pinsk acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Viktar Malevich tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não se vê o fim da espera do Volna Pinsk por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Volna Pinsk tem de arrancar um resultado de algum lado.
Notas dos jogadores03/08/2037
Andrei Filipenko, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.54
Um 8.54 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Andrei Filipenko tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Dzmitry Filipenko sai dessa comparação dentro da equipa, e o Volna Pinsk beneficiou de cada uma dessas tardes.
Em resumo
PlantelAndrei Filipenko tornou-se um homem de confiança do treinador
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel27/07/2037
Palavras no treino do Volna Pinsk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergei Signevich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Volna Pinsk podem fingir não ter ouvido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Oleg Petrovskiy está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Viktar Malevich, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.01
Um 9.01 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrei Filipenko e o Volna Pinsk acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tem 21 anos, média de 7.04, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Jogo27/06/2037
O Volna Pinsk torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruslan Hryshyn, e o treinador deixou.
Plantel29/06/2037
Palavras no treino do Volna Pinsk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergei Signevich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Volna Pinsk nada responderam, o que também é uma resposta.
Notas dos jogadores22/06/2037
Dzmitry Filipenko, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.06
Um 8.06 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A proposta do Smorgon por Vitaliy Klimovich foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Tem 21 anos, média de 7.09, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Dzmitry Filipenko tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Plantel22/06/2037
Valery Dragun desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Volna Pinsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Viktar Malevich não precisou: 7.68, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O Slonim obrigou o Volna Pinsk a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel15/06/2037
Palavras no treino do Volna Pinsk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Valery Dragun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Volna Pinsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Viktar Malevich não precisou: 9.23, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tem 20 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Viktar Malevich. 2‑1 sobre o Lida, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Raman Signevich e o Volna Pinsk acertam mais 3 anos.
Em resumo
PlantelSergei Signevich desentende-se com um colega por causa das exigências
21 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel04/05/2037
Palavras no treino do Volna Pinsk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergei Signevich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Dzmitry Filipenko está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Dzmitry Filipenko, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.06
Um 8.06 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
28 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
22 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Dzmitry Filipenko tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
19 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Plantel27/04/2037
Sergei Signevich desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Volna Pinsk, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Notas dos jogadores20/04/2037
Dzmitry Filipenko, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.64
Um 7.64 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Avaliado com 5.76. Nada do que tentou resultou e a partir da hora deixou de tentar grande coisa, que é a parte em que um treinador repara, mais do que nos erros.
Em resumo
Notas dos jogadoresUma tarde que Hleb Klimovich vai querer de volta
A raiva no Volna Pinsk transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Notas dos jogadores13/04/2037
Dzmitry Filipenko, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.75
Um 7.75 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktar Malevich, e o treinador deixou.
16 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Aos 19 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Volna Pinsk, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores23/03/2037
Oleg Petrovskiy jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.14. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel23/03/2037
Um jovem do Volna Pinsk leva o prémio de melhor sub-21
Dzmitry Filipenko tem 19 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Não se vê o fim da espera do Volna Pinsk por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Volna Pinsk tem de arrancar um resultado de algum lado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 7 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Dzmitry Filipenko compromete-se com o Volna Pinsk por mais 3 anos.
Plantel09/03/2037
Palavras no treino do Volna Pinsk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergei Signevich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Volna Pinsk, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.