O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luciano García será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Getafe as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Getafe, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Kiswend Tologo acertou condições com o Huesca para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Kauê Canela e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elías Brito está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dylan Tapia, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Getafe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Direção05/02/2035
O Getafe fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Getafe pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel05/02/2035
Uma transferência que Roberto Castro teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Roberto Castro está a viver essa versão no Getafe, e costuma notar-se no primeiro mês.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Getafe fez a parte difícil com o Espanyol, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atlético Madrid fica com o seu homem, e o Getafe volta a uma lista com um nome riscado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brunnel Tutuana e o Getafe acertam mais 3 anos.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Kauê Canela e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Burgos fica com o seu homem, e o Getafe volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jefer Gunjo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Avaliado com 7.57. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Dani Rebollo