“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gijón, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mael Macía será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Gijón as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gaspar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ibón Ispizua, e o treinador deixou.
16 dias de fora para Mateo Torrisi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Eibar vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Rayo Vallecano vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Eibar foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Nil Cabrera não precisou: 7.62, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eibar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ege Bilsel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nazareno Petrecca quer futebol continental; se o Eibar o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Davit Hakobyan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Gijón perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gijón, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.93 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Não há pior forma de perder um futebolista. Mael Macía pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Segue-se o Almería, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Já são 14 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel25/02/2036
Andrés Iglesias lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ibón Ispizua acertou condições com o Málaga para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ibón Ispizua, e o treinador deixou.
Joseph Atangana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Eibar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Alcorcón vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Eibar foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohamed Hafid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Eibar as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eibar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Davit Hakobyan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 44 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A abordagem foi feita e a resposta pertence a Slávia TU Košice. Estas coisas tratam-se em silêncio e contam-se aos gritos, e raramente por essa ordem.
Plantel11/02/2036
Ege Bilsel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Eibar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Eibar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohamed Hafid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Eibar as despedidas começaram em silêncio.
O Eibar perguntou e o Valencia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Eibar ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eibar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
As bancadasOs adeptos do Eibar encontraram um ídolo em Nil Cabrera
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Eibar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eibar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sten Kremers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ege Bilsel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco24/12/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e César Fernández treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
100 dias de fora para Mateo Torrisi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Eibar vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
1‑2 frente ao Valencia, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Sten Kremers e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/12/2035
Ege Bilsel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
107 dias de fora para Mateo Torrisi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Eibar vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Sten Kremers e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Junior Nemi agiu, no Eibar, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ege Bilsel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Eibar está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eibar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 16 ações, 7.00, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Lautaro Aquino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/12/2035
Ege Bilsel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Eibar joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Nil Cabrera está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nil Cabrera produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohamed Hafid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Eibar as despedidas começaram em silêncio.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Marc González não precisou: 7.79, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Lukas Sykora agiu, no Eibar, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não há pior forma de perder um futebolista. Mohamed Hafid pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Eibar ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Luken Castillo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/11/2035
Ege Bilsel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
89 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Gijón perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
0‑4 para o Las Palmas, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gijón coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rubén Hernández será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Gijón as despedidas começaram em silêncio.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Em resumo
PlantelMael Macía desentende-se com um colega por causa das exigências
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Gijón
A série chega a 8 e as perguntas em torno do Gijón já não são delicadas.
Plantel24/09/2035
23 dias de fora para Gonzalo Ferrer depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Gijón vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
1 para Arthur Gbelle, avaliado com 7.35, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gijón coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rubén Hernández será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Gijón as despedidas começaram em silêncio.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
O Real Sociedad aceitou o dinheiro. O que o Eibar ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. César Fernández acabou de assinar pelo Eibar e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eibar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Eibar perguntou e o Valencia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Las Palmas aceitou o dinheiro. O que o Gijón ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Gijón já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gaspar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Eibar, e não vai ser retirado.
Jeremías Robledo Acosta esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Genoa fica com o seu homem, e o Eibar volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Herman Sjögrell estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gaspar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Oskar Dæhli Oppedal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Gijón, mais uma semana sem a assinatura de Rafik Messali.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kyrylo Siheiev, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ousmane Camara. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Amir Saipi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Gijón a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.