Posição 3, 38 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
O Dnepr Mogilev foi ao Lida com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Dnepr Mogilev ofereceu $12.0K; o Lida disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Dnepr Mogilev perguntou e o Belshina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Maksim Filipenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Isto não é rotação. Yahor Kislyak está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Dnepr Mogilev finge o contrário.
Plantel18/02/2036
Denis Widmer desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sergei Skavysh lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dnepr Mogilev, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o BATE fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
$59.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Belshina pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel11/02/2036
Palavras no treino do Dnepr Mogilev sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitriy Volkovets está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Denis Khvostovich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Albion Ferati está nela.
O Dnepr Mogilev fez saber ao mercado que Denis Khvostovich está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dnepr Mogilev perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dnepr Mogilev, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.04 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Dnepr Mogilev têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
A proposta seguiu esta semana para o Belshina, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Dnepr Mogilev perguntou e o BATE disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dmitriy Volkovets estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Denis Khvostovich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dnepr Mogilev, mais uma semana sem a assinatura de Danila Sokol.
Em resumo
MercadoA história de Bence Csanádi recusa-se a morrer
Sergei Skavysh lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 3, 38 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Plantel21/01/2036
Dmitriy Volkovets desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dmitriy Volkovets estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Denis Khvostovich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Uladzimir Malevich está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Andrei Balanovich está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Uladzislau Dragun está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Albion Ferati está nela.
Uma média de 7.04 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dnepr Mogilev sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Denis Khvostovich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/01/2036
Denis Widmer desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dnepr Mogilev, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bence Csanádi assinar alguma coisa — um contrato no Dnepr Mogilev ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maksim Makas está nela.
Em resumo
PlantelDenis Widmer passa a ter um programa só dele
Dmitriy Volkovets desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dnepr Mogilev coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A mais silenciosa das más notícias do futebol. Aos 21 anos nada se mexeu há meses — não para trás, o que pelo menos daria uma conversa, simplesmente para lado nenhum. Alguém no clube vai ter de decidir se a culpa é do clube ou dele.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 3, 38 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dmitriy Volkovets estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Denis Khvostovich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bence Csanádi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dnepr Mogilev perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dnepr Mogilev, e não vai ser retirado.
Denis Khvostovich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Denis Widmer estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco17/12/2035
Albion Ferati tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dnepr Mogilev dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dnepr Mogilev perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nikita Kashuy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O único prémio que mais ninguém no relvado pode ganhar vai para Danila Sokol, com 12 balizas a zeros ao longo da época. Há guarda-redes que esperam uma carreira inteira por uma época assim.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Denis Widmer estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dnepr Mogilev perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dnepr Mogilev podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dmitriy Volkovets estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Denis Khvostovich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco19/11/2035
Albion Ferati tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dnepr Mogilev dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anton Bykau treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dnepr Mogilev. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dnepr Mogilev perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Denis Khvostovich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/10/2035
Dmitriy Volkovets desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dnepr Mogilev, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
83 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dnepr Mogilev perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dnepr Mogilev, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dmitriy Volkovets estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco22/10/2035
Albion Ferati tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dnepr Mogilev dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dnepr Mogilev. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dnepr Mogilev coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Diogo Outeiro e o Dnepr Mogilev acertam mais 2 anos.
Plantel08/10/2035
Palavras no treino do Dnepr Mogilev sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitriy Volkovets está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dnepr Mogilev sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
105 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dnepr Mogilev perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dnepr Mogilev pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Posição 3, 38 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 9 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Denis Khvostovich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dmitriy Volkovets estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
112 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dnepr Mogilev perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dnepr Mogilev, e não vai ser retirado.
Denis Khvostovich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/09/2035
Palavras no treino do Dnepr Mogilev sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Denis Widmer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Aliaksandr Chalavach e o Dnepr Mogilev acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco24/09/2035
Albion Ferati tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dnepr Mogilev dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dnepr Mogilev, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Nikita Kashuy apontou a data.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dnepr Mogilev falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Dnepr Mogilev não queria esta conversa e está a tê-la na mesma. Um treinador cobiçado lá fora é um treinador cuja próxima renovação acabou de ficar mais cara.
Tem 20 anos, média de 7.04, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dnepr Mogilev coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dnepr Mogilev, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dnepr Mogilev pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Denis Khvostovich e o Dnepr Mogilev acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A proposta seguiu esta semana para o Minsk, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Denis Khvostovich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
O Bumprom Gomel vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Dnepr Mogilev foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo26/05/2035
Ninguém quer jogar contra o Dnepr Mogilev neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel28/05/2035
Dmitriy Volkovets desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Maksim Makas e o Dnepr Mogilev acertam mais 3 anos.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dnepr Mogilev podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dnepr Mogilev coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 12 ações, 7.15, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nándor Jakab, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dnepr Mogilev sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dnepr Mogilev, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dnepr Mogilev coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel02/04/2035
Dmitriy Volkovets desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 20 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Dnepr Mogilev vai tentar não fazer disso um caso.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Maksim Filipenko sai dessa comparação dentro da equipa, e o Dnepr Mogilev beneficiou de cada uma dessas tardes.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dnepr Mogilev sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pavel Seleznev e o Dnepr Mogilev acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Danila Sokol e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
10 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.