17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hamburger SV perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hamburger SV pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hamburger SV perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑1 frente ao Slavia Sofia, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Maximilian Stein está no centro dessa descrição.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hamburger SV perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.